Mr. Fly l Moda Sustentável - peças ecológicas e conteúdo consciente

Inspiração Minimalista


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Por Mariana Martins

Passada a correria de fim de ano, festividades, viagens e a produção da Coleção Verão Mr.Fly 2016,
resolvemos apresentar todas as novidades de maneira mais detalhada.

O nosso maior objetivo era seguir com a sustentabilidade, mas de uma forma mais acessível e maleável,
buscando dinamizar o diálogo com o nosso público.
Acreditamos que o objeto de consumo da Mr.Fly esteja muito longe de ser um objeto.
O nosso compromisso é com a ideologia sustentável, mas se pudermos oferecer produtos que carreguem essa mensagem e um valor estético consciente e inteligente, o faremos.

As nossas camisetas retiram, cada uma, duas garrafas do meio ambiente.
Nessa brincadeira séria, já foram mais de 300 mil.

Muitas dessas garrafas retiradas, serviram para produzir um tipo específico de moda.
A Linha Básica nasceu dessa demanda, de pessoas que buscam por alternativas sustentáveis, conforto, bem estar e leveza, sempre de maneira discreta.
E são múltiplos os gostos, as verdades e os estilos, não é mesmo?

E no meio de todas as demandas e vontades,  juntos com o Filipe Moreira conseguimos materializar nossas ideias.
Assim criamos uma linha de camisas inspiradas na paisagem urbana, onde linhas e formas, padrão e ruído, trânsito e concreto, ganharam espaço em estampas inéditas e irreverentes.

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Para conferir todos os modelos, acesse o nosso site.
Venha conhecer nossos produtos, sua sensibilidade é muito bem vinda no nosso site.

Beleza: Aléxia Simões
Modelos: Leonardo Venâncio e Amanda Ludtke
Fotografia: Mariana Martins


 

CONCURSO CULTURAL Criatividade Sustentável

Por Mr.Fly

Como a sustentabilidade estampa a sua vida?

Em prol da conscientização, a ONG Sustentarte, que desenvolve projetos de Educação Ambiental em vários setores da sociedade, se une a Mr.FLy, que através da confecção de roupas ecológicas, procura minimizar os efeitos nocivos que expõem cada vez mais o nosso planeta, para realizar essa campanha!

Nos conte, então: Por que essa estampa remete sustentabilidade pra você?

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Escolha a sua estampa e mande pra gente sua ideia!

A nossa equipe irá selecionar as 3 melhores frases para ganharem uma das camisetas em destaque na promoção!

Faça parte dessa rede!

Regras:
1- Envie sua resposta para criatividadesustentavel@mrflymoda.com.br.
3- Serão 3 ganhadores que seguiram a ordem de primeiro, segundo e terceiro lugar.
4- Caso duas ou três frases vencedores escolham a mesma estampa, daremos prioridade para quem ficou melhor posicionado.
5- O vencedor tem o prazo de 3 dias para entrar em contato conosco e passar o endereço de entrega, caso contrário, outra pessoa será selecionada para ganhar o prêmio.
6- O envio será realizado pela Mr. Fly e seguirá os termos estabelecidos pelos correios.

Faça da internet um lugar onde boas ideias floresçam para uma vida melhor!
Participe!

O resultado será divulgado no dia 23 de março.


 

Fábricas, greves e pipoca

Por Mr.Fly

Em 5 de novembro de 1937, Tempos Modernos chegou às telas de cinema, se tornando
um retrato fiel da realidade vivida não só naquela época, mas que persiste também em dias atuais e dando ao diretor e ator,  Charles Chaplin renome permanente.

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No longa, vemos a história de trabalhadores industriais e todos os desmembramentos políticos e sociais que isso acarreta na vida dos grandes centros urbanos.
O impacto da rotina moldada pelas condições de trabalho características das fábricas que produzem em larga escala e a impessoalidade que o trabalhador passa a ter, se resumindo constantemente como apenas um trabalhador, que faz parte do mecanismo da grande máquina que é a empresa são mostrados ao público através do Carlitos.

Uma crítica direta ao sistema de produção ocidental, o filme sempre será muito atual, por tangenciar questões que ainda aparecem fortemente na construção da nossa sociedade.

Pensando no enredo do filme, vimos como a economia capitalista proporciona em muitas situações e governos, uma vivência semelhante aos trabalhadores.

Exaustão, stress, marginalidade, desvalorização e vulnerabilidade são personalizados na figura do personagem, que nos mostra as falhas sociais e políticas do materialismo e o consumo crescente e desenfreado.

Muitas coisas mudaram, de forma geral, pra melhor.

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Mas a reflexão proporcionada pelo filme é válida para o presente.

A humanização das relações é a forma mais sustentável de construção social.

Acreditamos que a nossa fruição com o consumo deva ser saudável.
Ser refém de objetos de consumo é uma forma de ser conivente com todo esse processo, que muitas vezes conta com várias condições injustas de produção.
Ser consciente é aprender a ponderar essas questões e saber caminhar nessa estrada onde o dinheiro indica a direção.
E principalmente: não importa as nossas funções, jamais devemos perder a noção de indivíduo, principalmente na vida profissional.
Trabalhar com pessoas é ter a certeza de que as pessoas são diferentes.

Pense consciente!


 

Humanizando nossas relações

Por Mariana Martins

CONSUMO BLOG
Uma das coisas mais importantes que aprendemos a enxergar nos últimos anos é que precisamos nos informar e fiscalizar o que chega às nossas mãos.

Obviamente, seríamos poupados dessa tarefa incansável se os departamentos, leis e normas fossem cumpridos e pensados para beneficiar as pessoas e o meio ambiente.
Mas sabemos também que, infelizmente, as coisas são pensadas sempre em torno da economia.

É uma realidade que nos força a desempenhar múltiplos papéis:
temos que estudar, trabalhar, ganhar dinheiro, fazer compras, alimentar nossos filhos,
fiscalizar os meios de comunicação e tudo que nos envolve.
Fazemos parte de uma cadeia que nos quer cansados.
Dormimos mal, nos alimentamos mal e nos relacionamos de uma forma cada vez menos humana.
Porque lucra.

Tentar lutar contra essa corrente pode parecer uma utopia furada, porque as pessoas não tem tempo pra isso.
E porque estar atento 24 horas por dia, é pedir demais.
A questão toda é que, isso tudo cansa.
E é por isso que muitas vezes, as pessoas se rendem, mesmo conscientes dessa realidade.

Repensando essa forma de construção comercial em que vivemos, recebemos a matéria do reality show norueguês que, em uma tentativa de otimizar a visão entre realidade e consumo, levou algumas blogueiras de moda para vivenciar a rotina de trabalhadores têxteis de fábricas de baixo orçamento no Camboja.

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Os participantes comeram, dormiram e trabalharam juntos com os empregados.
O choque de realidade foi brutal, visto que os blogueiros de moda escolhidos fazem parte de uma parcela pequena e afortunada.

As pessoas são boas, mas muitas vezes, fechar os olhos para a realidade alheia faz com que a gente seja conivente com injustiças.
É importante ressaltarmos que essa experiência se mostrou comprometida com a esfera social que esses núcleos permeiam.
Não podemos perder de vista como isso afeta o meio ambiente.

Achamos interessante o debate que isso promoveu, e voltamos a bater na tecla da sustentabilidade e da consciência que precismos desenvolver.
Vamos repensar nossas relações com os nossos desejos e consumo.
O que construímos tem feito mal para o nosso planeta e para os que nele moram.

No “Sweatshop Deadly Fashion” vemos três blogueiros saindo da sua zona de conforto e enfrentando novas realidades temporariamente.
Se colocar no lugar do outro deveria ser um exercício diário para ponderarmos nossas escolhas.
Que tal fazer a sua parte?


 

Experiência do bem

Experiência do bem

Por Mr.Fly

Nada melhor do que retomarmos as atividades com o frescor das novas metas para o ano que se inicia.
Pensando nisso, resolvemos colocar a mão na massa e aplicar a sustentabilidade de maneira mais encorpada
em nossa rotina.
E contar para vocês, claro!

No Receitas Sustentáveis de hoje, vamos mostrar como é fácil fazer a receita da
Pasta de Dente Caseira, nascida da necessidade de cuidarmos da saúde da nossa boca aliada
a preocupação com os malefícios de toda a química envolvida no produção dessa modalidade de creme.

Sabemos que o nosso corpo precisa de cuidados e que com os nossos dentes, não é diferente.
Mas será que o creme dental que compramos e consumimos é ambientalmente correto?
Será que isso tudo não é cheio de componente que com uso prolongado, acaba afetando nosso organismo de forma nociva?
Fora os testes em animais, as embalagens nada econômicas e muito menos conscientes.
O processo industrial nunca é acompanhado de forma honesta.

São muitas perguntas e poucas respostas satisfatórias.
Mas isso seria uma postagem altamente pessimista e triste se não fosse por um detalhe:

Fazer a própria pasta de dente não leva menos de 10 minutos.
E o custo-benefício é de fazer sorrir.

A receita que seguimos leva apenas dois ingredientes, pois descartamos o uso de essência.
Vale lembrar que essa é só uma entre muitas outras, e felizmente, você pode variar até escolher a que melhor se adaptar.

INGREDIENTES

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– ÓLEO DE COCO
– BICARBONATO

E? E mais nada.

Para cada porção de óleo de coco, use o dobro de bicarbonato.

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Misture até ficar com uma consistência cremosa mas firme.

Você pode misturar essência de hortelã, ou até mesmo com folhinhas moídas.
O resultado é incrível, vale a pena testar.
Além de rápido e fácil, não agride o seu corpo e com certeza, representa uma agressão ao planeta nula, comparada aos produtos industrializados.

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Você pode comprar alguns potinhos de fácil transporte em lojas de manipulação.
O vidro do óleo de coco, custa em média RS30,00.
Para 70 gramas de bicarbonato, não usamos nem 1/4 do vidro.
O bicarbonato custa RS1, 50 as 70 gramas.
Esse pote que fizemos, dura em média dois meses.
Isso significa menos de cinco reais em para dois meses.
Em menos de 10 minutos.
Não temos desculpa para procurarmos novos caminhos.
Experimente você também, e conte para gente!
Faça parte dessa rede consciente.


Take it easy!

Take it easy!

Por Mr.Fly

Segunda-feira, dia oito, foi aniversário de uma grande rede internacional de fast food
muito importante e influente.
Em nossa página oficial, fizemos a divulgação de uma arte sobre o assunto,
e resolvemos falar um pouco mais.

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A Slow Food é uma filosofia alimentar sustentável, que em oposição ao Fast-Food,
carrega uma proposta de alimentação lenta, onde a apreciação e a confraternização
surgem de maneira saudável com a degustação de alimentos não industrializados.
As redes de Fast-food promovem um modelo de alimentação em série e instantâneo,
onde a relação estabelecida com o prato é reflexo de uma vida em que tempo é dinheiro.
São restaurantes que tem como maior objetivo a rotatividade do público,
não são concebidos para promover um cenário onde as pessoas façam da refeição
uma forma de interação tranquila e consciente.
Mas geram lucro.

Nesse cenário, optar por uma alimentação consciente e sustentável é quase um ato
político.
Procurar consumir produtos não industrializados e construir uma vivência cada vez mais
próxima da terra, valorizando o pequeno produtor, chega a ser considerado perda de tempo.
Perda de tempo pois as pessoas não tem tempo pra nada, e acreditam que seu tempo
deva ser otimizado gerando lucros.
A Mr.Fly só gostaria de explicar que o maior valor que pode-se dar ao próprio tempo,
é gastando-o consigo mesmo de forma produtiva.
Cuidar da saúde é uma forma de amor ao planeta e amor ao seu corpo.
Pensar no que se ingere é cuidar da própria casa!
Portanto, aproveite o fim de ano para repensar seus objetivos para 2015:
seja você mesmo sua meta!
Gaste tempo com o que interessa: nada interessa mais do que sua saúde!


Papel Reciclado Vs. Papel Novo

Papel Reciclado Vs. Papel Novo

Quer saber quantas árvores você ou sua empresa são responsáveis por derrubar a cada mês? É fácil! Basta calcular quantos pacotes com 500 folhas são gastos. A cada 26 destes pacotes é uma árvore a menos no planeta. Para piorar, na fabricação de folhas de papel novo não são usadas apenas muitas árvores. O processo também envolve grande gastos de água e energia. Mas, e quanto ao papel reciclado? Será que ele também prejudica tanto a natureza assim?

O infográfico produzido pela empresa Caixa de Papelão Deise, especializada em reaproveitamento, faz uma comparação entre os gastos utilizados na fabricação de papel novo e de papel reciclado. A ilustração mostra detalhadamente quanto de água, de energia e de árvores é necessário para que você consiga comprar um pacote de cada um desses papéis. Dá uma olhada:

 

Sempre vale pensar duas vezes antes de imprimir qualquer coisa. Mas, caso realmente seja necessário utilizar o papel, o reciclado parece ser a melhor opção. O que acham?