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Fiscais contemporâneos

Fiscais contemporâneos

Por Mr.Fly

 

Temos discutido bastante sobre as relações que estabelecemos com o mercado e
os produtores que nele se inserem.
A capacidade de refletir a moda como espaço para vivenciar a sustentabilidade existe à partir do momento em que as pessoas conseguem absorver o discurso de conscientização ambiental e entender que essa prática deve ser aplicada nos mais diversos cenários.

É muito importante entendermos as diferentes cadeias de produção que nos cerca.
O processo de industrialização por si só já é peça fundamental para
compreendermos os impactos que a natureza vem sofrendo todos esses anos,
e construir essa sensibilidade com o meio, talvez seja a nossa preocupação mais urgente.
Mesmo com as leis e fiscalização existentes, ainda vivemos em uma cultura onde a responsabilidade
acaba ficando sempre na mão do consumidor.
Trabalhamos, corremos, nos enrolamos em nossas rotinas e ainda temos que ter tempo de ficar nos preocupando com o que consumimos.
Informação nutricional, procedência, composição.
É muita coisa pra gente fiscalizar, não é?
Pois é.
E o produto final que chega em nossas mãos, muitas vezes saiu de um processo
ambientalmente danoso. E por mais assustador que pareça, em alguns casos, socialmente também.
O que é muito fácil de entender:
se as pessoas não se preocupam com o meio ambiente como deveriam, obviamente não vão se preocupar com o próximo.

Estamos falando de trabalho em condições desumanas e isso não é novidade, infelizmente.
Estamos falando de um nível de desrespeito inacreditável.
Não é sobre madeireiras clandestinas lá no meio da floresta não, apesar de também serem relevantes.
São nomes grandes do mercado da moda.
Portanto, se informe.
Repense sua forma de consumir: sejam alimentos ou bens de consumo, duráveis ou não.

Respeite o planeta e os seus habitantes:
a sustentabilidade não deixa nada e nem ninguém para trás.



Nova sede da Apple terá painéis solares e sete mil árvores

Nova sede da Apple terá painéis solares e sete mil árvores

O formato de espaçonave da nova sede da Apple, em Cupertino na Califórnia, foi apresentado em 2011, mas as obras só começarão em 2014

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Com quatro andares e 260.128,512 m², o prédio será parcialmente abastecido por seus painéis solares e abrigará sete mil árvores.O verde, bastante notável do projeto e que representa 80% da área, deve inspirar os funcionários do campus.Hoje, o terreno escolhido está disposto exatamente o contrário: 20% de área verde e 80% de concreto.

É bem possível que o design – que se mostrou comprometido com o meio ambiente – dispense ar-condicionado durante 70% do ano, já que a construção terá boa ventilação natural.Outro exemplo é a iluminação, que além de ser inteira de LED, terá sistema inteligente adaptado às condições locais. Estima-se que o prédio gastará 30% menos energia que outros do mesmo porte.Conscientes de que a construção civil também traz prejuízos para o planeta, os resíduos gerados durante as obras serão reciclados no local – evitando transporte.

Depois da morte de Steve Jobs, o projeto ficou na mão de Jonathan Ive, responsável pelo design da multinacional, e de Norman Foster, arquiteto responsável pelo prédio.

O investimento total estimado é de U$ 5 bilhões – custo que excede o do projeto das novas torres do World Trade Center –, mas a empresa ainda quer cortar U$ 1 bilhão antes de dar início às obras, que durará cerca de três anos.