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A dimensão social da sustentabilidade

CAPADIEMNASAO

 

 

É possível notar que o uso da palavra “sustentabilidade” em projetos – de qualquer natureza – tem perdido credibilidade e significado nos último anos, tanto pela grande abrangência de sua definição quanto pela superficialidade de sua aplicação. No entanto, projetos arquitetônicos e urbanos sustentáveis são sim necessários e vão além do uso de produtos certificados ou energia renovável. Eles devem tocar igualmente os três pilares que definem o conceito de sustentabilidade: o ambiental, o econômico e o social. Dentre eles, o último é o menos visado, talvez pela dificuldade da aplicação de métricas, talvez pelo resultado vir a longo prazo, mas sua importância é fundamental para a obtenção de um projeto verdadeiramente sustentável.

Sustentabilidade como ferramenta de marketing: o “greenwashing”

Foi na Conferência de Estocolmo, organizada pela ONU em 1972, que iniciou-se a discussão da degradação ambiental como problema global, reconhecendo a necessária busca por um desenvolvimento econômico mais equilibrado, que respeitasse os recursos naturais do planeta. Mais tarde, o conceito de desenvolvimento sustentável foi formalizado a partir do Relatório Brundtland, em 1987, com a definição clássica de desenvolvimento sustentável como “o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações”.

Bonito - MS.. Image © Lis Cavalcante

 

Em 1992, um novo encontro mundial aconteceu no Rio de Janeiro, a ECO-92, cujo principal documento produzido foi a Agenda 21, que estabeleceu a importância de cada país a se comprometer com a um novo padrão de desenvolvimento, refletindo sobre os problemas socioambientais. A partir daí, inúmeras iniciativas foram sendo criadas nas últimas décadas, além de diversas conferências, certificações, produtos, tecnologias, etc.

No entanto, é necessário tomar cuidado com produtos e ações “verdes” que se dizem responsáveis ambientalmente, mas que no fundo não passam de ferramentas de marketing para alavancar vendas ou justificar práticas irresponsáveis. Greenwashing, portanto, é o termo em inglês que descreve o ato de induzir consumidores a acreditarem nas práticas ambientais de uma empresa ou nos benefícios ambientais de um produto ou serviço de forma errônea.

Um exemplo clássico foi o caso da empresa Mobil Chemical, que lançou sacolas “biodegradáveis” que na verdade se comportavam como sacolas comuns, não sendo decompostas se jogadas em aterros sanitários, somente quando deixadas no sol, e ainda assim eram apenas reduzidas a pedaços menores de plástico. O próprio porta-voz da empresa admitiu que a tal biodegradabilidade era nada mais que uma ferramenta de marketing para vender mais sacolas.

No ramo da construção civil não é diferente: quantos empreendimentos imobiliários vendidos como “verdes” estão inseridos em APPs (Áreas de Preservação Ambiental), impactando os recursos naturais circundantes? E quantos pouco levam em consideração os condicionantes sociais?

 

A dimensão social da sustentabilidade, Usuário Flickr Alan Levine, licença Attribution 2.0 Generic (CC BY 2.0)

O fator humano da sustentabilidade

Como dito anteriormente, “sustentabilidade” é definida por três dimensões: a ambiental, a econômica e a social e, para ser “verdadeiramente” sustentável, é necessário olhar para os três aspectos. Na literatura especializada, são inúmeros os estudos centrados na dimensão ambiental, buscando soluções para reduzir o impacto ambiental das mais diversas atividades, assim como a dimensão econômica, com estudos extensos sobre tecnologias e estratégias para redução de custos com energia ou e/ou operações.

No entanto, a dimensão social é uma das menos exploradas, é a mais difícil de medir e está geralmente atrelada às dimensões econômicas e ambientais – a sociedade como uma ameaça aos recursos naturais ou o ser humano como objeto do aumento da produtividade para redução de custos.

Autores como Magis e Shinn (2008) afirmam que a sociedade deve ser sustentada por direito próprio e, por isso, a sustentabilidade social tem papel fundamental na sustentabilidade como um todo, uma vez que são os seres humanos, individual ou coletivamente, que irão determinar níveis de bem-estar econômico ou ambiental. Para Larsen (2008), sustentabilidade deve pensar primeiro nas pessoas, como elas fazem suas escolhas e suas respectivas consequências.

Esses autores também apontam que há quatro condições principais que apoiam o bem-estar social e, consequentemente, a sustentabilidade social. Essas condições possibilitam a criação de movimentos que equilibram interesses múltiplos e diversos, guiam políticas e encorajam a resiliência:

  • o bem-estar humano (suprimento das necessidades básicas e segurança),
  • a igualdade (garantia de um compartilhamento igualitário dos benefícios e custos da sociedade)
  • governo democrático (governança orientada à população) e
  • sociedade civil democrática (empoderamento da população para participar do processo democrático).

O caminho a partir da interdisciplinaridade

Dessa forma, o papel da interdisciplinaridade torna-se ainda maior quando abraçamos a dimensão social da sustentabilidade, uma vez que o bem-estar humano depende de condições culturais, econômicas, sociais, ambientais e políticas. É necessário criar políticas urbanas que promovam a interação social e a participação pública na tomada de decisões, tornando comunidades entes vivos, coesos e integrados; encorajar a colaboração entre os diversos atores para a resolução de problemas; oferecer acesso aos serviços básicos, ao espaço público de qualidade, ao emprego, saúde, etc.

Portanto, sustentabilidade não se reduz apenas a uma tecnologia “verde” ou a utilização de materiais reciclados numa praça. É criar a oportunidade para as pessoas prosperarem, aumentando sua integração social, participação e qualidade de vida. Ir além dos relatórios de responsabilidade social empresariais e repensar questões éticas centrais de suas operações. A dimensão social da sustentabilidade não tem a ver com a capacidade do ser humano ser mais produtivo trabalhando num edifício certificado, mas aumentar seu engajamento cívico e sua responsabilidade sobre o consumo, suas escolhas e até mesmo suas atitudes.

Controle Remoto

Por Mr.Fly

Hoje, dia 11 de agosto, é o aniversário do eletrodoméstico favorito de todas as gerações.
Estamos falando da televisão.

O Dia Nacional da Televisão, referência direta a Santa Clara, padroeira do eletrônico, sempre serve para nos fazer refletir nas relações que desenvolvemos com a modernidade.

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No dia 18 de setembro de 1950, depois de alguns ensaios, idas e vindas, a televisão estréia no Brasil. A TV Tupi de São Paulo PRF 3, inaugura não apenas suas transmissões, mas um caso de amor com  os brasileiros. Assim como o rádio durante muitos anos foi o catalisador da cultura e da identidade nacional do país, a televisão se torna o grande agente da unificação cultural.

Os primeiros momentos da televisão tiveram muitos tropeços. Por um motivo simples: não havia mão-de-obra para a empreitada. Muitos profissionais vieram do rádio, de técnicos a artistas. E mais, a TV importou do rádio sua linguagem e sua estrutura. Logo se veria que era preciso uma linguagem nova para um novo meio.

Passado o tempo, com muitos erros e acertos, entre gravações e programações ao vivo, a televisão foi se profissionalizando. Hoje, a produção da TV brasileira é referência no mundo, sendo exportada para muitos países.

No meio de tanto desenvolvimento e globalização, muitas vezes as coisas fogem do controle.
É o que está acontecendo com a TV Cultura, que tem a segunda melhor programação do mundo, de acordo com a BBC, e atualmente se vê em um cenário de desmonte e terceirização.
Várias atrações já foram extintas e outras correm o risco de acabar. Demissões em massa e precarização das relações de trabalho também foram denunciadas em alerta para a crise na emissora que se tornou referência pela qualidade informativa e educacional de suas produções.

Resolvemos usar a data como desculpa para divulgarmos uma causa séria que pode comprometer a sustentabilidade cultural do nosso país.
Um grupo de pessoas envolvidas com a emissora resolveu organizar uma abaixo-assinado direcionado ao governador de São Paulo e ao diretor da empresa.
Não deixe de assinar.
Contribua para um futuro onde a televisão tem a oportunidade de se firmar como um instrumento construtivo.
Acesse: petição.


 

Terceira Idade Sustentável

Por Mr.Fly

No último domingo (26 de julho), comemoramos uma data muito especial, que envolve amor, carinho, respeito e aprendizado. No último domingo, foi o Dia dos Avós.
Alguns já se foram, outros ainda tem a oportunidade de conviver com essa rica companhia: independente do grupo que você se enquadra, a importância está em uma das vivências mais decisivas em nossa formação.

Ao pensar no valor da simbologia dessa experiência tão pura, acabamos por pensar na situação dos idosos no nosso país.
Muitas pessoas possuem o cuidado necessário para a saúde e bem estar emocional na própria família, mas existem muitos casos- e cada um com seu contexto, onde optar por ajuda externa pode ser a única solução: lares de repouso e acompanhantes se fazem necessários nesses casos.
Dentro desse universo, não podemos nunca esquecer do abandono e descaso. Essas instituições abrigam todo tipo de gente, com todo tipo de história.

velho-01Em uma visitação recente, vimos a realidade desses lares de perto. Pessoas qualificadas e bem intencionadas tem desenvolvido um trabalho incrível com essas senhoras e senhores, mas muitas vezes há pouca verba envolvida, alimentos, agasalhos e até atenção.

Nossos idosos precisam de carinho e cuidado.
Resolvemos listar algumas instituições de Juiz de Fora que aceitam todo e qualquer tipo de visitação: lugares onde até uma conversa é bem vinda.

Vila Viver, que fica no bairro Santos Dumont, atende pelo número 32371800.
Casa de Repouso Madre Maria são Miguel, no Grajaú, atende pelo 32159762.
Casa de Repouso Lar de Idoso Flor de São Francisco, no centro da cidade, atende pelo número 32168867.
Pousada Despertar, no bairro Paineras, atende pelo 32333040.
Associação Santa Luiza de Marilac, no Furtado, atende pelo número 32112902.
Casa de Repouso Lar de Minas, no Guaruá, atende pelo 32121440.
REGAP, no Alto dos Passos, atende pelo número 30840122.

Ligue e agende uma visita.
Pense que qualquer oferta é bem vinda, material ou não, as pessoas precisam de carinho e cuidado.
Olhar pelos nossos idosos com compaixão é uma forma de mostrar para as nossas crianças que o respeito prevalece.
Faça a sua parte, seja sustentável.


 

Cultura Sustentável

Por Mr.Fly

Na segunda-feira (13), foi comemorado o Dia Mundial do Rock.
Inspirados pelas aspirações que moveram e criaram o gênero, resolvemos listar algumas bandas e pessoas desse universo, envolvidas de alguma forma com a sustentabilidade.

rockWILLIE NELSON


Talvez seja um dos nomes mais importantes no que diz respeito ao ativismo.
Aos 82 anos, possui um histórico de sucessos premiados e lutas sociais.
Cantor e grande compositor de country, ele é co-presidente da Organização Nacional para a Reforma das Leis da Maconha (NORML), ele é co-fundador da Willie Nelson Biodiesel e um dos idealizadores do Farm Aid, além de se posicionar sempre positivamente em relação ao casamento gay.
O Farm Aid é uma iniciativa incrível, que visa angariar fundos para a agricultura familiar dos EUA, muitas vezes ameaçada pela crise imobiliária. Desde 1985, se firma de maneira atuante não só na economia, como no bem estar social, ecológico e psicológico dos envolvidos.

NEIL YOUNG

Junto com Willie Nelson, atua no Farm Aid.
Com uma carreira de mais de 20 discos, possui diversos projetos e trabalhos paralelos com outros músicos, em um diálogo atemporal.
Já veio ao Brasil palestrar sobre o uso de biocombustível, o qual defende, e desenvolve pesquisas relacionadas à sustentabilidade nos meios de transporte.
Possui uma organização educacional para crianças com necessidades especiais e sempre se envolveu com a política.

RADIOHEAD

Talvez adaptação seja a palavra para a banda, que sempre busca novas formas de se ajustar ao mercado de consumo e interagir positivamente com o público.
Com forte engajamento ecológico, fizeram mais de um milhão de pessoas se envolverem a assinarem uma petição sobre o aquecimento global, que discutia o papel dos EUA nas mudanças climáticas e participaram de shows de apoio às vítimas do terremoto no Haiti, em 2010.
PAUL MACCARTNEY

O baixista dos Beatles é referência em ativismo animal: vegetariano há muitos anos, atua na causa animal, promovendo ações.
Lançou a campanha de Segunda Livre de Carne e sempre procura fazer com que seu público repense a cadeia de consumo alimentar e a produção industrial.
A Segunda Livre de Carne ajudaria a reduzir 18% de emissão de gases nocivos na atmosfera.

COLDPLAY

A banda inglesa é apoiadora da ONG Make Traid Fair, que busca discutir e incentivar a resolução de problemas em países em desenvolvimento. São idealizadores da ClientEarth, que busca proteger o meio ambiente através da advocacia, garantindo que as leis ambientais sejam cumpridas adequadamente.
Para neutralizar as emissões de CO2 geradas com a produção e distribuição de seus CDs, os músicos contrataram, em 2002, uma empresa para plantar 10 mil árvores na Índia.

É muito importante vermos a participação e o engajamento de pessoas públicas com ideais de inclusão e consciência.
Usar a cultura, a música, como intercâmbio de bons exemplos é uma forma de fazer com que a realidade seja cada vez mais próxima do que sonhamos e precisamos.
Que as pessoas se envolvam cada vez mais.



Solidariedade sustentável

Por Mr.Fly

Hoje é Dia do Hospital e nada mais inspirador do que a solidariedade de trabalhar ajudando as pessoas.

Sabemos de todas as deficiências de muitos serviços oferecidos pelo Estado,
que resultam da gestão corrupta e obscura de muitos representantes, órgãos e governos: inclusive e principalmente no que diz respeito à saúde.

Mas é preciso salientar o valor das pessoas que se doam para exercer funções que afetam diretamente ou não, a vida dos necessitados: independente do cargo que ocupam em tais instituições.

Pensando nisso, resolvemos falar sobre duas instituições que cuidam da saúde das pessoas e que procuram atuar de forma sustentável. São lugares que possuem programas de trabalho voluntário, procurando aproximar a população de forma a agregar positivamente no tratamento das pessoas envolvidas.

Hospital Ascomcer (Associação Feminina de Prevenção e Combate ao Câncer)  é uma entidade civil de caráter filantrópico e sem fins lucrativos e surgiu como resultado da Primeira Convenção Brasileira das Organizações de Voluntárias Femininas de Luta Contra o Câncer, realizada em julho de 1962, na cidade do Rio de Janeiro.
Em suas atividades, possui vários grupos que trabalham com os pacientes.
São núcleos e equipes organizadas, que atuam em áreas como Beleza, Costura, Bazar, Artesanato e em tardes de confraternização.
Para ajudar em qualquer área, e até com doações, entre em contato pelo email rh@ascomcer.org.br.

IMEPP é uma instituição filantrópica e assistencial, sem finalidade lucrativa. Foi fundada em Juiz de Fora, por algumas famílias preocupadas em dar assistência médica, para- hospitalar, psicológica e pedagógica as crianças com deficiência mental.
Com vários programas de assistência, inclusive pedagógicos, também atuam na área da saúde.
Para conhecer o trabalho feito, oferecer alguma ajuda e conhecer a proposta, entre em contato http://goo.gl/cntKSh.

Ajudar o próximo é uma forma de ajudar o planeta e encher o coração de sentimentos bons!

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Mr.Fly Executiva

Por Mr.Fly

A Mr.Fly tem prazer em promover a sustentabilidade.

Somos uma empresa que acredita na moda sustentável, nossas camisas são feitas com malha PET: Sabe o que isso significa?
Elas são composta por 50% algodão e 50% poliéster, que é derivado do plástico reciclado de garrafa PET.
Então, para cada camisa confeccionada, são duas garrafas a menos no meio ambiente. Dessa forma diminuímos os resíduos, geramos empregos com a coleta das garrafas e ainda fazemos peças de qualidade master com estampas que são a sua cara.
Quer seguir um estilo de vida mais leve e descolado?
O maior contato que você pode ter com a natureza é vestindo-a!

Oferecemos aos clientes roupas e acessórios,transformando materiais recicláveis em moda, valorizando a beleza e o bem-estar sempre com foco no desenvolvimento sustentável.

A Mr Fly Executiva, tem por objetivo produzir vestuário para outras marcas e uniformes para empresas.

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Portanto, você já sabe:
precisa de uniformes, camisetas ou agasalhos personalizados?
Entre em contato com a gente!
Promova uma vivência consciente, faça parte dessa corrente.


 

Inverno sustentável

Por Mr.Fly

As águas de março passaram fechando o verão com pressa
e definitivamente: pelo menos é a sensação que temos a cada semana.

A temperatura tem diminuindo constantemente, com dias de chuva forte,
e em sua maioria, de chuva miúda.

A natureza agradece, temos certeza.
Mas no meio de tantas meias, cobertas, chocolates quentes e preguiça,
resolvemos fazer uma lista de pequenos hábitos que podem deixar nossa estação
um pouco mais sustentável.

Já sabemos que com o frio e sem o horário de verão, a tendência geral é de um aumento significativo no gasto de energia.
Precisamos repensar nossos hábitos!

TROQUE AS LÂMPADAS!

Opte por modelos mais econômicos.
É muito importante que isso se torne um hábito, independente da estação.
Mas a verdade é que com o sol se pondo mais cedo, precisamos de mais iluminação
por mais tempo.
Se atente para o consumo consciente: não deixar cômodos iluminados de forma desnecessária vale pro ano inteiro.
Para ambientes aconchegantes e intimistas, em situações especiais, você pode usar velas: além de charmosas, vão te deixar mais sustentável ainda.

LAVE E PASSE MENOS

Ficar lavando roupa todo dia, assim como passando, não faz sentido.
Deixe que suas roupas se acumulem para que o trabalho seja realizado
apenas uma vez na semana.
É muito mais econômico e até o seu bolso agradece.

CRIE O HÁBITO DE RESPIRO

Deixar que sua casa respire, ou sua roupa, pode ser uma mão na roda
na saga contra a poeira.
Nossas roupas de frio ficam muitos meses guardadas no fundo do armário,
limpas.
Deixe que elas fiquem algumas horas no varal, tomando ar fresco.
É uma forma de purifica-las sem precisar necessariamente lava-las.
Isso vale para os cômodos!

CARONA SOLIDÁRIA

A verdade é que ser solidário é um trabalho que deve ser desenvolvido sempre que possível.
E com o clima instável, não é diferente.
Portanto, não deixe o vizinho na chuva.
Compartilhe rotas e socialize: deixe que apenas o clima seja frio!

DESAPEGA

A lei do desapego se une a necessidade de muitos!
Olhar pelo próximo é uma prova de amor ao planeta: limpe seu armário e repasse
aquele casaco velho.
Tem sempre alguém precisando de um cobertor, e o calor humano é o melhor remédio pra ajudar nessas horas!

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CONCURSO CULTURAL Criatividade Sustentável

Por Mr.Fly

Como a sustentabilidade estampa a sua vida?

Em prol da conscientização, a ONG Sustentarte, que desenvolve projetos de Educação Ambiental em vários setores da sociedade, se une a Mr.FLy, que através da confecção de roupas ecológicas, procura minimizar os efeitos nocivos que expõem cada vez mais o nosso planeta, para realizar essa campanha!

Nos conte, então: Por que essa estampa remete sustentabilidade pra você?

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Escolha a sua estampa e mande pra gente sua ideia!

A nossa equipe irá selecionar as 3 melhores frases para ganharem uma das camisetas em destaque na promoção!

Faça parte dessa rede!

Regras:
1- Envie sua resposta para criatividadesustentavel@mrflymoda.com.br.
3- Serão 3 ganhadores que seguiram a ordem de primeiro, segundo e terceiro lugar.
4- Caso duas ou três frases vencedores escolham a mesma estampa, daremos prioridade para quem ficou melhor posicionado.
5- O vencedor tem o prazo de 3 dias para entrar em contato conosco e passar o endereço de entrega, caso contrário, outra pessoa será selecionada para ganhar o prêmio.
6- O envio será realizado pela Mr. Fly e seguirá os termos estabelecidos pelos correios.

Faça da internet um lugar onde boas ideias floresçam para uma vida melhor!
Participe!

O resultado será divulgado no dia 23 de março.


 

Especial Grito Rock 2015 – JF

Por Mr.Fly

A Mr.Fly busca por novas formas de sustentabilidade de forma crescente.
Dentro da necessidade de conscientizarmos o maior número de pessoas, ainda que indiretamente, anunciamos a parceria com um evento que se constrói através de coletividade e colaboração, que são palavras fundamentais para a construção de uma sociedade mais sustentável.

Estamos falando do Grito Rock, que sem proprietários e patrocinadores master,
aparece como um festival colaborativo, baseado em tecnologias livres.
Esse ano, acontece no período de 10 de fevereiro à 20 de abril. Produtores independentes podem inscrever-se para participar e realizar uma edição em sua cidade.
O formato colaborativo permite que, a cada ano, mais produtores compartilhem experiências e fortaleçam a cadeia produtiva da música local ao mesmo tempo em que o festival amplia seu alcance no “Brasil Profundo”, criando conexões em âmbito global.

Depois do início das edições integradas em 2007, o Grito Rock cresceu exponencialmente e em 2011 alcançou a marca de 130 cidades, em oito países, movimentando 2 mil bandas e aproximadamente 200 mil espectadores. Na décima edição, em 2012, foram 205 cidades realizadoras, 37% a mais em comparação com 2011, envolvendo a participação direta de 700 produtores culturais, de 15 países diferentes.
Finalmente em 2013, ganhando amplitude global, o festival alcançou 300 cidades de quase 30 países, tendo edições em toda a América Latina, Europa e África.

Mais do que cultura e apoio à produção artística, a iniciativa é produzida com a mediação de coletivos.
Nesse momento, apresentamos a Casa Fora do Eixo, que tem importante papel , sendo uma rede de Cultura e Comunicação que reúne coletivos e parceiros espalhados em cerca de 300 cidades brasileiras. Em dez anos de atuação impulsionou a criação de dezenas de projetos, que por sua vez, estimularam o desenvolvimento de outras redes, tais como, a Universidade das Culturas, o Banco das Culturas, Rede Brasil de Festivais e a Mídia NINJA.

Em 2015 o Grito Rock ampliou ainda mais a presença do Festival na América Latina, sua a força na Africa, Europa e Asia, e chega pela primeira vez à Oceania.
A incrível diversidade de eventos possibilita tais sucessões de todos os tipo, seja em pequenas casas de shows, grandes palcos ou espaços públicos. Entre as atrações, bandas e músicos de todo ritmo, mas também artistas do teatro, da dança, das artes visuais, moda, literatura e muito mais.

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Sensacional, não é mesmo?
E com um público cada vez mais aberto a experimentar novas vivências e promover experiências que permitam a disseminação de ideologias e práticas ambientalmente corretas e socialmente conscientes, resolvemos materializar a nossa parceria em um sorteio pra  ninguém colocar defeito!

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Para maiores informações sobre o sorteio, acesse: http://goo.gl/93dor2

Para saber mais sobre o evento: http://gritorock.com.br/


 

Torneiras, grãos e sujeira

Por Mr.Fly

 

Nunca na história desse país se ouviu tanto falar em crise hídrica.
E como sempre na história do nosso país, a cada semana alguém passa a responsabilidade para outra pessoa.
E quem sofre, claro, somos nós: a população que, de mãos atadas, fica refém da má gestão generalizada.

Há muito sabemos da vulnerabilidade de recursos finitos.
E sabemos também que independente das políticas públicas, somos todos responsáveis pelo que o planeta nos oferece.

Mas a questão é um pouco complicada.

Sabemos que mais da metade dos recursos hídricos nacionais são destinados ao agronegócio.
Isso significa que o pouco que gastamos, ainda que de forma errada, representa uma parcela pequena dos valores reais que nos abastecem.

O problema todo é que, quando confrontamos essa realidade, a primeira reação das pessoas é a de se sentir no direito de poder gastar mais do que já se gastava.
O que não podemos deixar de lado é o fato de que apesar dos nossos representantes políticos serem responsáveis por essa má distribuição, a água é responsabilidade de todos.
E como recurso finito, um dia vai deixar de existir.
Ou, dificultar nossa vida com a sua escassez- como já tem ocorrido.

Tudo isso talvez seja mais um apelo: o de que ainda pode dar tempo.
De cobrar a de mudar a nossa forma de lidar com a natureza.

O agronegócio pode ser responsável por grande parte do uso da água, mas tudo que chega aos consumidores, precisa de água em sua produção.

 

É muito importante que paremos de reproduzir o discurso que isenta.
Precisamos colocar os pés nos chão.
Repensar a situação da água é repensar a nossa relação com tudo que nos rodeia, principalmente o consumo.

Ainda dá tempo.