Mr. Fly l Moda Sustentável - peças ecológicas e conteúdo consciente

O que vai usar nesta primavera verão? Vem cá que a gente te conta!

O que vai usar nesta primavera verão? Vem cá que a gente te conta!

Por Carolina Duó

 

Uma tendência só é boa se ela funciona pra você. A palavra tendência já se define como algo passageiro, e que dificilmente se torna um clássico dentre as estações. Por isso, não aconselho ninguém a combinar todas as tendências em um só look e gastar rios de dinheiro em objetos que em três meses estarão fora do seu guarda roupa. Invista no que você acredite que irá ser usado em mais do que uma estação, para as tendências mais passageiras, existe sempre uma opção mais acessível para você economizar no que passa rápido. Tente ter um olho clinico e se concentrar na composição do que você está vestindo, dito isso vamos as queridinhas da primavera/verão 2015.

 

1 – O acessório que vem surgindo tímido desde estações passadas é o brinco leque, que nessa primavera/verão vem para reforçar a tendência de maxibrincos como favorito absoluto. Para destacar essa peça é aconselhável que mulheres morenas usem brincos em tons mais claros e loiras em tons mais escuros, em um simples contraste. Lembrando sempre que se você é morena e quer usar um brinco preto, vá em frente! As tendências devem sempre ser incorporadas no seu estilo, se você é mais discreta ou não gosta de brincos grandes, simplesmente não use.

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2 – O quimono, talvez a peça mais icônica dessa estação, já está fazendo parte do armário de todas as fashionistas de plantão. Ele tem tudo para ser a it peça do verão, acredito que um dos fatores que contribua pra isso é sua versatilidade na composição de looks. Pode ser combinado no dia com shorts e blusas básicas, para uma noite mais casual com calças skinny, pois o quimono já possui um formato mais solto, e para as mais ousadas com o top cropped, que se for da mesma cor que a peça da parte inferior alonga a silhueta.

 

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3 – Saia sino, trompete, peplum! Estão todos certos, minha gente, essa saia que vem ganhando espaço já há algumas estações e chega agora com uma nova proposta de cumprimento, o midi. É uma boa opção para disfarçar celulites e gordurinhas, porque costumam ser fabricadas em tecidos mais encorpados para o rodado ser mais estruturado. Ela combina com praticamente tudo e pode ser arrematada com qualquer tipo de sapato. Ela é uma peça que evidencia pernas, quadris e bumbum, se você não deseja chamar atenção para essas áreas fique longe dessa peça.

 

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4 – Sapatos, os amados sapatos… não sei sobre vocês, mas eu prefiro comprar 15 pares de sapato do que uma blusa. Você sempre usa o mesmo número, eles duram muito tempo e mesmo se machucam, são tão lindos que quem liga? Essa estação está sendo marcada pelos saltos blocos, espadrilles, gladiadoras, saltos anabelas, escarpins e sapatilhas com bico arredondado, e franjas, muitas franjas! A palheta de cores é formada por tons vibrantes, neutros e pastéis.  As cores vibrantes são goiaba, coral, orquídea, azul Klein, rosa chiclete e amarelo. Os tons pastéis são formados pelos pelo rosa, verde, lilás, azul e amarelo. E o off White e o nude serão os destaques dos neutros.

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5 – Outra peça que parece que veio para ficar foi o body, inspirado pelas roupas intimas e trajes de banho ele agora toma conta das ruas. É uma peça que não perdoa muito silhuetas maiores, pois marca demais a região da barriga. Para o dia escolha bodys mais discretos e complemente com shorts jeans, calças pantalona, saias sinos e retas. Para a noite aposte em modelos mais decotados e até mesmo extravagantes. No local de trabalho sempre acompanhe a peça com um blazer, cardigã ou jaqueta.

 

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 (*todas as imagens são do Google, exceto os sapatos que são do site da Arezzo.)

Moda e Comunicação? Muito mais a ver do que arroz com feijão!

Moda e Comunicação? Muito mais a ver do que arroz com feijão!

Por Raíssa Ferreira    

 

Arrisco dizer que devemos graças à mulher de Adão, sua impulsiva Eva. Sim, GRAÇAS A EVA – em letras bem garrafais. Todos bem sabem a história envolvendo o casal imerso no “paradise” celestial: uma vez mordido o sedutor fruto > início para a tempestade de sentimentos e importâncias do ser humano. Conclusão? Desde então, começou a se questionar sobre comportamento; começou a importância e a relevância do “se vestir” (que mais se tornou uma necessidade). Uma tendência.

 

Parábolas e versículos a parte, a moda é bem mais velha do que possamos imaginar. Mas, comunicação é muito mais! Conseguem ligar os dois? Ora, mas, é lógico. Os psicólogos, bem como toda teoria dos estudos cognitivos, dizem aos quatros ventos que o nosso corpo fala por nós. Qualquer movimento que fizermos não é a toa. Então, se toda essa máquina que temos nos traduz, o que está nela contribuindo para a alegoria acaba contando/caracterizando centenas de vezes mais.

Uma mulher prefere chapéus enormes na cor azul céu; a outra já prefere um tradicional Panamá. Então quer dizer que uma é mais extravagante do que outra por conta disso? Possivelmente, sim! Mas, o mais interessante: possivelmente, não! Às vezes a do Panamá estava num dia em que preferiu não exagerar. Acordou mal, brigou com o marido, com a mulher, encravou a unha… Tanta coisa que pode refletir o dia-a-dia da senhorita que é complicado definir, julgar ou escolher. Mas, a questão é que ela usa um acessório para expressá-la. (Fantástico, não?)

 

Em seu livro a “Arte Retórica”, Aristóteles foi categórico.  Segundo ele, todas as pessoas de alguma maneira participam de uma e de outra. Todas elas tentam em certa medida sustentar um argumento, defender-se, acusar alguém ou alguma coisa. Dentro dessa perspectiva, ao definirmos uma pessoa como “estilosa” ou não, estamos julgando. E ela, por sua vez, comunicando um comportamento ou defendendo, mesmo que inconsciente, o seu modo de ser.

É neste ponto em que surgem os que querem se comunicar/viver como a maioria vive. Querem adicionar à sua vivência o que conseguem ver dos outros. Hoje chamados pela massa jovem de “poser”, na década de 60 bem definidos por Guy Debord em “A Sociedade do Espetáculo”. É simples: se estamos imersos numa realidade X, a tendência é queremos ser tal como os demais; a tendência é termos atitudes que irá que nos levar a semelhanças. É a vontade de ser igual ao que se vê. O ponto central de sua teoria é que a alienação é mais do que uma descrição de emoções ou um aspecto psicológico individual. É a consequência do modo capitalista de organização social que assume novas formas e conteúdos.

Sendo assim, e sobre os programas que modificam o guarda-roupa de uma pessoa? Mudam tudo do armário, mas, esquecem do armário interior da “sortuda” . O modo como ela mesma se vê perante ao seu próprio ecossistema. Será que não é aí o motivo de “se vestir fora de moda?” (“Esquadrões da Moda”, por favor, atentem -se a esse ponto, queridos!)

O que vestimos é o que somos e o que vivemos. Sobretudo o modo como levamos a nossa vida: se estamos bem e satisfeitos com o jeito que somos não há Glorinha Kalil nesse mundo que dite a moda certa; não há São Paulo Fashion Week que seja vitrine de tendências e imposição de padrões. O que são padrões na sociedade atual? Tudo muda toda hora. Hora esta de sermos o que quisermos ser. Só basta acreditar – Xuxa já tinha razão desde os anos 90.

Diálogo entre estética, conceito e sobrinhos de 5 anos.

Diálogo entre estética, conceito e sobrinhos de 5 anos.

Por Alinne Martins

Quantas vezes ao visitar um museu, no momento em que se está contemplando alguma obra de arte,
de preferência contemporânea, escuta-se ao fundo: “até meu sobrinho de 5 anos desenha isso”?

Essa problemática está vinculada ao foco estético do período, de característica transitória, que acompanha toda a história e estética da arte.
Podemos começar relembrando os primeiros passos sobre o estudo e discussão da arte com Leon Battista Alberti que além de filósofo era pintor, músico e escultor. Alberti traz como justificativa de sua teoria da arte alguns argumentos que Platão utilizava para denominar tanto a retórica como a poesia e a matemática, de que toda representação artística tem que ter como fundamento a mimética do mundo real, ou seja, uma réplica da natureza, sendo a ideia de arte muito além da eloquência.

Com isso, considera válida as obras que tenha como base o período clássico, pois é nesse momento que o homem se dedica por completo ao estudo da natureza e , portanto, através dessas obras se estaria analisando diretamente o mundo natural.
Logo após Alberti se tem uma lista grandiosa de filósofos e críticos que se opõem ou fundamentam ainda mais essas teses, como Bellori, Vasari e Lomazzo.

Laocoonte, Arte Grega

 

Como qualquer área da história, a trajetória e o foco estético, vão modificando-se de acordo com as teorias criadas e os contextos históricos vividos, e na arte contemporânea não poderia ser diferente. Já vimos que a ” arte verdadeira” só existiria se fosse cópia da natureza, assim como em outros momentos ela só era considerada se fosse produzida através dos fundamentos maneiristas, e, em outros se fosses retratados o progresso e movimento das figuras(Futurismo), ou, ainda, se ela simplesmente não representasse nada (Dadaísmo).

Por fim, neste contexto atual, nosso foco está na arte conceitual, que coloca a arte como fonte de informações e ideias, e não como uma concepção estética. Joseph Kosuth em 1970, expõe no MoMa sua obra que consiste em três formas de cadeiras:

uma cadeira dobrável comum

 uma fotografia da mesma em prata coloidal

uma imagem aumentada de uma definição de dicionário da palavra ” cadeira”

A obra tem como objetivo estimular o observador a pensar na mesma ideia, mas em três meios diferentes: a ideia física, a representativa e a verbal do objeto. Kosuth expressa de forma clara o conceito vigente ao dizer: ” a expressão está na ideia, e não na forma – as formas são apenas um artifício a serviço da ideia.”(1970,pp.502)

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Com isso, força-se a análise de como a arte e a cultura são esculpidas por meio de linguagem e de significados, e não por meio apenas da estética, do estilo e da “falta de perfeição” do traço, que permitiria que seu sobrinho de 5 anos fizesse o mesmo.

Bibliografia
ALBERTI, Leon Batista. Da Pintura. (Trad.: Antônio da Silva Mendonça) Campinas: Ed. da
UNICAMP, 1992 cap. 2 e 3: pp 95 – 140

STEPHEN, Farthing. This is Art.London: Ed.Quintessence Editions Ltda. da GMT, 2010 cap. 6
:pp 502

Os olhos dizem tudo? A gente prova que sim!

Os olhos dizem tudo? A gente prova que sim!

Costuma-se falar que os olhos dizem tudo. OK!

Então por essa você não esperava!

Graças à tecnologia de rastreamento ocular o mercado será capaz de descobrir exatamente todas as intensões das pessoas.

A ferramenta é tão útil que seguindo os movimentos dos olhos temos um resultado que pode ser a chave para a publicidade e design. Você vai ver nas imagens abaixo como revelam coisas sobre tendências humanas.

Acompanhem!

 

Mesmo que haja uma grande foto do rosto de um homem neste outdoor, mais pessoas olham para as palavras do lado esquerdo.

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Há muita coisa acontecendo nesta versão do The New York Times online. As imagens e caixas de texto especiais, porém venceram.

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Esta lata Pepsi se tornou tão atraente como o rosto da mulher.

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Aqui está  para onde as pessoas olham durante uma partida de futebol.

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No Google, também não foi diferente…

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Nesta visão de A Última Ceia, as pessoas estão olhando para Jesus e seus apóstolos. Os olhos também parecem cair naturalmente entre o espaço entre duas das janelas traseiras.

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Percebem o quanto as pessoas se concentram na jóia?

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Este mostra as diferenças entre homens e mulheres. Os homens passam mais tempo olhando para a mulher, enquanto as mulheres olham o restante do anúncio.

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Apesar da longa barba, as pessoas ainda se concentram no rosto.

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Neste pacote de carne, as pessoas olham para a carne de imediato. Em seguida,  o rótulo e a etiqueta.

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Homens se concentram nos quadris de um jogador de beisebol mais do que as mulheres, que olham apenas para o rosto.

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Todo mundo se concentra no rosto de Scarlett Johansson neste anúncio da Dolce & Gabbana.

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Estes  anúncios mostram que apenas colocar um rosto bonito em uma propaganda não é suficiente.

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O post completo você encontra aqui: http://goo.gl/vUSGLK

Looks variados por Talita Scoralick!

Looks variados por Talita Scoralick!

Nós anunciamos na fanpage da Mr. Fly no Facebook que teríamos uma grande parceira para o blog. Pois bem! Chegou a hora de você conhecer a Talita Scoralick, do Blog da Talita! Ela tem 23 anos, é jornalista e ligada em moda e tendências. No blog dela você encontra semanalmente dicas sensacionais de looks. É claro que nós não perderíamos a oportunidade de juntar toda a criatividade da Talita com as camisetas sustentáveis que vocês tanto gostam.

Para isso, a Talita vai montar looks de acordo com cada estampa Mr. Fly, variando as combinações para que cada preferência e personalidade tenha o seu espaço. E o interessante disso tudo é ver como são infinitas as possibilidades de looks. Com os acessórios certos, você pode se vestir extremamente bem!

Aí vai um gostinho:

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Quer ver outros looks? Então acesse o blog da Talita!

E se existisse um parque do Pequeno Princípe? :O

E se existisse um parque do Pequeno Princípe? :O

Se você já gostava do “Pequeno Príncipe” nos livros agora imagine num parque de diversões!

É exatamente isso. O universo poético de “O Pequeno Príncipe”, obra do escritor e aviador francês Antoine de Saint-Exupéry, inspirou a criação de um parque de diversões aberto no início de julho nos arredores de Mulhouse, na região francesa da Alsácia, a dez quilômetros da fronteira com a Alemanha.

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O empreendimento foi idealizado por uma empresa especializada em balões aeroestáticos e o Parque do Pequeno Príncipe tem como atração principal dois balões para representar os planetas do rei e do acendedor de lampiões. Em um deles, a 150 metros de altura, os visitantes poderão observar a paisagem da bela região da Alsácia, a Floresta Negra alemã e os Alpes. O segundo balão terá um bar! Isso!  para até 15 pessoas, a 35 metros de altura.

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O parque de 24 hectares foi construído em seis meses com 31 atrações. Neste primeiro ano, os administradores esperam 80 mil visitantes. No ano que vem, 150 mil. Mesmo com diversas atrações tecnológicas, o parque — como o livro, publicado em 1943 e traduzido para 285 línguas — se trata mais de reduzir a velocidade e dar atenção às pequenas coisas.

Quer saber mais sobre o parque? Clique aqui!

Seu lixo te representa?

Seu lixo te representa?

Você tem noção da quantidade de lixo que produz por dia?

E como é esse lixo?

A questão é que hoje em dia, no mundo ocidental, as pessoas produzem mais lixo, numa base per capita,nunca visto na história da humanidade.

Por exemplo óbvio, a cada vez que você vai ao supermercado, você volta com um monte de coisas embrulhado em plástico, que, em seguida, tem que ir para o caixote do lixo ou embala os lixos produzidos por você e sua família.

E mesmo que decidamos reciclar um pouco mais nos dias de hoje, não é o suficiente tendo em vista os enormes volumes que estão sendo produzidos a cada dia.

Sendo assim, o fotógrafo Gregg Segal decidiu ilustrar a questão do lixo de uma maneira bastante incomum – retratou as pessoas junto com seu próprio lixo da semana.

O RESULTADO FICOU INCRÍVEL!

[Será que você descobre o cada um faz da vida só pelos objetos ao redor?]

1. Alfie, Kirsten, Miles, and Elly.

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2. Milt.

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3. Till and Nicholas.

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4. Dana.

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5. Elias, Jessica, Azai, and Ri-karlo.

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6. Sam and Jane.

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7. James.

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8. Michael, Jason, Annie, and Olivia.

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9. John.

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10. Lya, Whitney, and Kathrin.

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11. Marsha and Steven.

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12. Susan.

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Foi o carteiro – Ajudando a disseminar a poesia…

Foi o carteiro – Ajudando a disseminar a poesia…

Por Mylena Melo e Thaís Andrade

 

Apaixonadas por poesia, que estavam pensando em como seria incrível achar um poema na sua caixa de correio.

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A partir daí já tínhamos a ideia e precisávamos apenas lapidá-la: a proposta era literalmente invadir o cotidiano de alguém, de uma forma simples e singela, mas que fosse marcante, e nada mais propício para isso do que a poesia, em suas várias formas, e é claro, a caixa de correio, que está sempre do lado de fora da casa esperando que algum desconhecido (ou não) deixe uma conta, um panfleto ou, no caso, um pouquinho de poesia pra quebrar a rotina de alguém.

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Já que a proposta é inundar o cotidiano das pessoas com poesia, levando-a adiante sempre, participar desse projeto é muito simples: basta escrever em um pedaço de papel, ou qualquer coisa que o valha, um trecho de música, livro ou poesia, que você considere importante mostrar a outra pessoa, e colocar na caixa de correio de alguém, seja um conhecido ou não. E aí para tentar expandir o projeto cada vez mais temos uma página no Facebook, onde postamos as fotos de quem participa do projeto e envia pra gente! Com isso gostaríamos de estimular esse tipo de atitude simples, porém com muito potencial, não só na nossa rua, ou bairro, mas sim em qualquer lugar do mundo, e prova disso é que já recebemos participações de cidades do interior do estado de Minas, assim como participações de fora do Brasil.

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10 milhões de garrafas PET em moda?

10 milhões de garrafas PET em moda?

Neste mês a Malwee também deixou a sustentabilidade falar mais alto: transformaram o que iria virar lixo em moda.

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Eles deram uma nova finalidade a 10 milhões de garrafas PET que iam ser jogadas fora! 
Você Sabe o que isso representa? Para vocês terem uma noção, todas essas garrafas enfileiradas cobrem 5 vezes a distância entre São Paulo e Rio de Janeiro!

Parte da nova coleção é fabricada a partir da mistura de algodão e fibra de poliéster de embalagens PET recicladas. E o que é legal é que  por trás disso tudo a empresa acabou gerando empregos e renda para centenas de famílias.

E detalhe:
No processo de acabamento a malha recebe amaciante de manteiga de cupuaçu. Esse produto tem como base uma substância inteiramente nacional vinda da Amazônia através de uma parceria que gera renda a comunidades nativas.

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E por isso, meus queridos, as peças que recebem essa malha sustentável são superconfortáveis e contam com a mesma qualidade de todos os produtos Malwee.
Assim como a Mr. Fly ;)

Dá uma passadinha no nosso site, escolha sua camiseta e veja o quanto nossas camisetas são confortáveis e estilosas. Clique aqui!

Que venham os colombianos!

Que venham os colombianos!

Por Inácio Novaes

Era a melhor geração da história do país.

Terminou numa tragédia que até hoje me choca.

A Colômbia do começo dos anos 1990 encantou o mundo com uma campanha perfeita nas Eliminatórias, com direito a goleada na Argentina em Buenos Aires. Era o time de Higuita (depois Córdoba), Valderrama, Rincón e Asprilla. No papel e na prática, tudo estava pronto. Eram os favoritos em 1994 para Pelé.

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Só que se em campo estava tudo bem, fora dele não. A Colômbia era refém do narco-tráfico. Um país violento, hostil e instável. Até os jogadores estavam pressionados, comenta-se que traficantes exigiam vitórias. Um clima, convenhamos, conturbado. Aquele time não merecia isto. Mas perdeu na estreia para a ótima Romênia de Hagi e ficou ainda mais pressionado. Contra os Estados Unidos, o time da casa, era vencer ou vencer. O pior aconteceu, derrota por 2×1, com direito a gol contra do zagueiro Escobar. Coitado. Um lance que selou o seu destino.

A Colômbia venceu a Suíça na última rodada mas já não adiantava, foi eliminada. Voltou mais cedo pra casa. Escobar, “culpado” pelo vexame, publicou num jornal local uma carta pedindo desculpas. Não adiantou. Dias depois, foi assassinado à queima-roupa após sair de uma casa noturna. A Copa ainda estava nas oitavas de final.

É brutal, chocante, inacreditável, inaceitável. Na época, eu tinha 8 anos de idade, vivia minha primeira Copa, e fiquei horrorizado. Vinte anos depois, é algo que ainda me assusta. Passei a ter uma grande simpatia pelos colombianos. O país se recuperou, hoje tem uma qualidade de vida bem melhor, gostaria até de visitá-lo um dia.

Faltava, porém, a recuperação futebolística.

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Com James Rodriguez e companhia, a reação veio agora, com uma campanha 100% e um futebol que muito me encanta, mais que Brasil e Argentina. Quando o goleiro Mondragón entrou em campo, no jogo contra o Japão, tornando-se o mais velho jogador da história das Copas (43 anos), fiquei com lágrima nos olhos. Mondragón fez parte do time de 1994. Era companheiro de Escobar.
A Colômbia 2014 joga pela geração perdida de vinte anos atrás. Joga por Escobar e pelas milhares de vítimas de uma sistema injusto, infeliz e cruel ligado ao tráfico. Joga para dar ao povo um motivo a mais pra sorrir. Não é exagero dizer que merece o título.

Tô contigo Colômbia, mas não nesta sexta. As causas podem ser boas, bonitas e merecedoras, só que o adversário agora é o Brasil, né? Que os nossos nervos estejam controlados e que o pífio futebol de sábado passado tenha ficado pra trás! Vamos rumo ao hexa!
Só que se der zebra, se der Colômbia em Fortaleza… vocês já sabem pra quem vou torcer depois.