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DICAS PRÁTICAS PARA REUTILIUZAR CAIXAS DE EMBALAGEM

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Aprenda maneiras úteis de reutilizar caixas  no dia a dia

Caixas  de embalagens são consumidas em grande quantidade no mundo e no Brasil. Essas embalagens podem ser recicladas, desse modo, além de diminuir o desperdício de matéria prima, há a redução do gasto com recursos naturais, como água e energia utilizados no processo de reciclagem.

Mas antes de destinar sua caixinha, você pode prolongar a vida útil do item por mais algum tempo.

Confira algumas dicas uteis de como reutilizar a caixinha nossa de cada dia.

1. Formas para gelo gigantes

Limpe bem a embalagem, encha-a com água e ponha-a no refrigerador. Esses cubos de gelo gigantes são ótimos para serem utilizados em coolers para viagens, pique-niques, festas, etc.
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2. Armazenagem para líquidos congelados

Limpe bem a embalagem e armazene nela o líquido. Congele o recipiente. Quando retirar a embalagem congelada, não é necessário descongelar o recipiente inteiro, basta cortar a quantidade necessária e, em seguida, retire o papelão em volta do líquido para descongelá-lo. É ótimo para sopas, sobremesas congeladas ou creme de chantilly.

3. Contêineres de tinta

Corte o topo da caixa e use-a para guardar pequenas quantidades de tinta. Muito útil para retoques na pintura da casa.

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4. Vasos

Com um pouco de trabalho é possível fazer vasos modernos a partir de caixas de leite por se tratar de um material impermeável. Confira o vídeo – o resultado é bem legal.

5. Porta-trecos

Corte o topo da embalagem, limpe-a, cubra-a com uma embalagem de presente, papel contact ou outro papel decorativo e use-a para guardar canetas, botões, nozes e outros objetos.

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6. Absorver a gordura dos alimentos

Abra a embalagem na parte lateral. Ela pode ser usada para absorver a gordura de alimentos fritos. O papel absorve o óleo enquanto o lado encerado evita que o mesmo vaze (a caixa de leite é composta por diversos materiais).

7. Pesos para porta

Embalagens com tampa são ótimas como pesos de porta, basta adicionar areia.

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8. Coletor de lixo

Retire o topo da embalagem e utilize como lixo. Para evitar insetos ou odores, basta selar a parte superior da embalagem.

 

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9. Plantadores

Corte o topo da embalagem até a altura desejada e, em seguida, adicione terra e plante sua semente. Quando crescer o suficiente, replante-a em outro recipiente. Pode ser enfeitada com algum tecido como linho, por exemplo.

Vasos feitos de caixas de leite

10. Protetores de chão

Quando for mover cadeiras, mesas ou sofás, simplesmente utilize caixas de leite cortadas em volta dos “pés” do objeto, evitando assim arranhões e desgastes no chão.

11. Alimentador para pássaros

Corte um retângulo no meio da caixa de forma para deixar um espaço no fundo para guardar a comida.

12. Artesanato

Caixas de leite podem se tornar brinquedos, bolsas e outros objetos.

Brinquedos feitos de caixas de leite

A dimensão social da sustentabilidade

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É possível notar que o uso da palavra “sustentabilidade” em projetos – de qualquer natureza – tem perdido credibilidade e significado nos último anos, tanto pela grande abrangência de sua definição quanto pela superficialidade de sua aplicação. No entanto, projetos arquitetônicos e urbanos sustentáveis são sim necessários e vão além do uso de produtos certificados ou energia renovável. Eles devem tocar igualmente os três pilares que definem o conceito de sustentabilidade: o ambiental, o econômico e o social. Dentre eles, o último é o menos visado, talvez pela dificuldade da aplicação de métricas, talvez pelo resultado vir a longo prazo, mas sua importância é fundamental para a obtenção de um projeto verdadeiramente sustentável.

Sustentabilidade como ferramenta de marketing: o “greenwashing”

Foi na Conferência de Estocolmo, organizada pela ONU em 1972, que iniciou-se a discussão da degradação ambiental como problema global, reconhecendo a necessária busca por um desenvolvimento econômico mais equilibrado, que respeitasse os recursos naturais do planeta. Mais tarde, o conceito de desenvolvimento sustentável foi formalizado a partir do Relatório Brundtland, em 1987, com a definição clássica de desenvolvimento sustentável como “o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações”.

Bonito - MS.. Image © Lis Cavalcante

 

Em 1992, um novo encontro mundial aconteceu no Rio de Janeiro, a ECO-92, cujo principal documento produzido foi a Agenda 21, que estabeleceu a importância de cada país a se comprometer com a um novo padrão de desenvolvimento, refletindo sobre os problemas socioambientais. A partir daí, inúmeras iniciativas foram sendo criadas nas últimas décadas, além de diversas conferências, certificações, produtos, tecnologias, etc.

No entanto, é necessário tomar cuidado com produtos e ações “verdes” que se dizem responsáveis ambientalmente, mas que no fundo não passam de ferramentas de marketing para alavancar vendas ou justificar práticas irresponsáveis. Greenwashing, portanto, é o termo em inglês que descreve o ato de induzir consumidores a acreditarem nas práticas ambientais de uma empresa ou nos benefícios ambientais de um produto ou serviço de forma errônea.

Um exemplo clássico foi o caso da empresa Mobil Chemical, que lançou sacolas “biodegradáveis” que na verdade se comportavam como sacolas comuns, não sendo decompostas se jogadas em aterros sanitários, somente quando deixadas no sol, e ainda assim eram apenas reduzidas a pedaços menores de plástico. O próprio porta-voz da empresa admitiu que a tal biodegradabilidade era nada mais que uma ferramenta de marketing para vender mais sacolas.

No ramo da construção civil não é diferente: quantos empreendimentos imobiliários vendidos como “verdes” estão inseridos em APPs (Áreas de Preservação Ambiental), impactando os recursos naturais circundantes? E quantos pouco levam em consideração os condicionantes sociais?

 

A dimensão social da sustentabilidade, Usuário Flickr Alan Levine, licença Attribution 2.0 Generic (CC BY 2.0)

O fator humano da sustentabilidade

Como dito anteriormente, “sustentabilidade” é definida por três dimensões: a ambiental, a econômica e a social e, para ser “verdadeiramente” sustentável, é necessário olhar para os três aspectos. Na literatura especializada, são inúmeros os estudos centrados na dimensão ambiental, buscando soluções para reduzir o impacto ambiental das mais diversas atividades, assim como a dimensão econômica, com estudos extensos sobre tecnologias e estratégias para redução de custos com energia ou e/ou operações.

No entanto, a dimensão social é uma das menos exploradas, é a mais difícil de medir e está geralmente atrelada às dimensões econômicas e ambientais – a sociedade como uma ameaça aos recursos naturais ou o ser humano como objeto do aumento da produtividade para redução de custos.

Autores como Magis e Shinn (2008) afirmam que a sociedade deve ser sustentada por direito próprio e, por isso, a sustentabilidade social tem papel fundamental na sustentabilidade como um todo, uma vez que são os seres humanos, individual ou coletivamente, que irão determinar níveis de bem-estar econômico ou ambiental. Para Larsen (2008), sustentabilidade deve pensar primeiro nas pessoas, como elas fazem suas escolhas e suas respectivas consequências.

Esses autores também apontam que há quatro condições principais que apoiam o bem-estar social e, consequentemente, a sustentabilidade social. Essas condições possibilitam a criação de movimentos que equilibram interesses múltiplos e diversos, guiam políticas e encorajam a resiliência:

  • o bem-estar humano (suprimento das necessidades básicas e segurança),
  • a igualdade (garantia de um compartilhamento igualitário dos benefícios e custos da sociedade)
  • governo democrático (governança orientada à população) e
  • sociedade civil democrática (empoderamento da população para participar do processo democrático).

O caminho a partir da interdisciplinaridade

Dessa forma, o papel da interdisciplinaridade torna-se ainda maior quando abraçamos a dimensão social da sustentabilidade, uma vez que o bem-estar humano depende de condições culturais, econômicas, sociais, ambientais e políticas. É necessário criar políticas urbanas que promovam a interação social e a participação pública na tomada de decisões, tornando comunidades entes vivos, coesos e integrados; encorajar a colaboração entre os diversos atores para a resolução de problemas; oferecer acesso aos serviços básicos, ao espaço público de qualidade, ao emprego, saúde, etc.

Portanto, sustentabilidade não se reduz apenas a uma tecnologia “verde” ou a utilização de materiais reciclados numa praça. É criar a oportunidade para as pessoas prosperarem, aumentando sua integração social, participação e qualidade de vida. Ir além dos relatórios de responsabilidade social empresariais e repensar questões éticas centrais de suas operações. A dimensão social da sustentabilidade não tem a ver com a capacidade do ser humano ser mais produtivo trabalhando num edifício certificado, mas aumentar seu engajamento cívico e sua responsabilidade sobre o consumo, suas escolhas e até mesmo suas atitudes.

Matérias Primas Sustentáveis e/ou Ecológicas.

 

 

 

 

 

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Por Dids Rocha

Os dias de hoje estão sendo marcados pelo foco crescente de empresas e os consumidores que buscam cada vez mais alternativas para comprar de forma melhor e consciente. Procurar por materiais já não tão alternativos e que usam métodos menos agressivos para o meio ambiente se tornou uma tendência que precisa continuar sendo cada vez mais difundida e praticada.

Essa reflexão tem de ser frequentemente feita em nosso cotidiano, e tem tido uma expressão forte na indústria da moda.

Por isso, o conhecimento o cada vez mais comum sobre matérias primas sustentáveis é uma solução prática e puramente construtiva com alternativas muito simples. Mas como todo o conceito de sustentabilidade, cabe a pesquisa sobre a origem de todo e qualquer produto. O consumo consciente engloba saber a diferença do ecológico e do sustentável. Os prós e os contras, e então finalmente o optar.

 

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Algodão Orgânico

Um exemplo muito usado hoje é o algodão orgânico, que surgiu como solução para diminuir o impacto ambiental ocasionado pelo cultivo do algodão comum. As lavouras de algodão comum são as que mais usam agrotóxicos no mundo, provocando intoxicação e morte de agricultores, pássaros, peixes, insetos e muitos outros animais, além de poluírem o ar, o solo, os lençóis freáticos e outras fontes d’água. O algodão orgânico, ao contrário, é obtido através de sistemas sustentáveis, sem a utilização de agrotóxicos, adubos químicos, corantes artificiais ou qualquer outra substancia tóxica aos seres vivos ou ao meio ambiente.

 

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Fibra de Bambu

Outra matéria prima a ser discutida é a Fibra de Bambu. A planta  tem crescimento rápido, o que significa que é altamente renovável. Se reproduz em abundância sem o uso de pesticidas e fertilizantes. Sua fibra é naturalmente antibactericida, biodegradável e extremamente macia. Tem característica termodinâmica, deixa a peça fresca no verão e mais quente no inverno. Mas a questão a ser levantada é o fator que torna a fibra de bambu “ecológica”. A questão é que de fato uma matéria-prima renovável e de rápido crescimento natural é sustentável, mas não necessariamente ecológica. O processo de produção de qualquer fibra celulósica artificial tem como primeiro passo a produção de celulose (polpa de celulose), como para o papel. As polpas de celulose para a produção de fibras precisam ser muito puras, o que exige processos químicos avançados.

 

 

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Tecido Pet

Tecido de garrafa PETé feito a partir da reciclagem do plástico e pode evitar que novas matérias-primas sejam produzidas, além de reaproveitar o material que iria para o lixo. Os tecidos produzidos a partir das embalagens PET são os mesmos das roupas comuns de poliéster. A grande diferença é que em vez de utilizar o Tereftalato de Etileno virgem, a indústria recicla o plástico das garrafas e o transforma em fibras de poliéster. Obviamente a produção de PET é muito maior que a reciclada. E precisamos nos atentar já que precisamos considerar o quanto efetivamente de PET esses produtos levam, e não o poliéster produzido para fim têxtil visto ainda o alto custo necessário para reciclar.

 

 

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Juta

Com aparência semelhante a do linho, é plantada na região amazônica, com baixo impacto ambiental. Para o seu cultivo, não há necessidade do uso de agrotóxicos. Além disso é biodegradável. Por sua vez digamos que tem uma amplitdude ecológica. Precisa-se apenas de água para seu crescimento. Mas muita água. Logo, seu cultivo tem de ser equilibrado para que não haja degradação do solo.

 

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Dentre todos os benefícios desses materiais, um freqüentemente subestimados  é a capacidade não só ambiental ou sustentável, mas da de despertar o debate e o questionamento.A saída para todo esse funil de recursos parte justamente desse tupo de postura questionadora e consciente dos processos.

O maior benefício é o desencadeador de atitude!

Consciência e Atitude

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Por Mariana Martins

No meio das nossas coleções, linhas, pesquisas, reuniões e vontades, buscamos sempre oferecer produtos que carreguem em si a possibilidade de serem uma opção saudável, consciente e ecologicamente correta.
Não importa o formato, queremos que as pessoas tenham acesso a alternativas não destrutivas e que, promovam uma reeducação a longo prazo.

Sendo assim, resolvemos desenvolver uma linha de sacolas retornáveis.

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As sacolas de plástico, tão comuns e distribuídas, demoram mais de 100 anos para entrar em processo de decomposição.
Ao optar por sacolas de pano, você contribui para que menos plástico seja inadequadamente descartado no meio ambiente.
Os nossos modelos são feitos de algodão 100% reciclado.

Ao optar por uma vida consciente, pesquise a procedência dos produtos que você consome.
Muitas ecobags vendidas em longa escala para lojas de departamento, são resultado de trabalho escravo e exploração infantil.
Conheça o produto que você carrega.
Infelizmente, na sociedade em que a gente vive, o consumidor acaba tendo que se responsabilizar e procurar informações que deveriam ser disponibilizadas de maneira respeitosa, mas muitas empresas preferem ocultar e construir caminhos incoerentes para atingir resultados e bater metas.

Na Mr.Fly, os produtos são pensados e concebidos com muito carinho, respeito e dedicação ao meio ambiente.
Trabalhamos de forma honesta e limpa.

Utilize sacolas retornáveis: carregue na bolsa, no carro e não contribua para a poluição direta.

Conheça os nossos produtos e escolha uma vida que agregue significados.
Acesse:http://mrflymoda.com.br/ .


 

Mamão com açúcar

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Por Mariana Martins

Pra começar a semana com animação e criatividade, nada melhor do que uma receita sustentável incrível.
E a eleita da semana foi a de Hamburguer Vegano.
Super simples e rápida de fazer, é uma ótima opção para uma alimentação saudável e irreverente.

NOVO VÍDEO - hamburguer vegano

 

Para seguir o tutorial, você vai precisar de:
– duas xícaras de lentilha;
– temperos;
– água;
– farinha de rosca;
-óleo de sua preferência.

Siga os passos e perceba que com menos de 15 reais, você vai ter o suficiente para mais de 8 porções.
Fizemos e sugerimos lentilha, mas você pode variar e usar outras leguminosas.
Conta pra gente se deu certo!
Se inscreva no nosso canal e fique ligado.


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Para conhecer nossos produtos, acesse www.mrflymoda.com.br .

Parcerias Sustentáveis_Novos Rumos

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Por Mariana Martins

Em nosso caminho, fazemos questão de oferecer produtos especializados e construídos da forma mais sustentável possível. São camisas feitas de malha PET, que dinamizam a sociedade, a economia local e ainda oferecem ao meio ambiente uma chance de andar na contramão da poluição e do descaso.

São muitas as formas que nós encontramos para fazer com que a nossa ideologia continue fluindo.
E talvez, o traço mais efetivo da nossa personalidade, seja a inclusão.

De nada adianta toda a nossa busca, se não podemos compartilha-la com outros núcleos.
E foi com essa visão que encontramos e construímos uma parceria que só dá certo: a com o Instituto EcoFaxina.

Pra quem não conhece, o Instituto tem como objetivo principal, implantar o Sistema Ambiental de Coleta de Resíduos, e com isso recuperar áreas degradas de manguezal, de forma gradativa e ininterrupta, gerando renda através da formação de uma frente de trabalho formada por jovens em situação de risco social ao criar uma nova profissão dentro do setor de resíduos e reciclagem, o “Agente Ambiental de Coleta de Resíduos”.
E tem como meta,  reverter o quadro de degradação, atuando em parceria com as comunidades que contribuem para o atual cenário de caos, como favelas palafitas e bairros de periferia, onde o envolvimento das comunidades e seus representantes possibilita a integração dos principais agentes de desenvolvimento: setores públicos, privados e da sociedade civil organizada, possibilitando a formação e consolidação de uma sociedade saudável através de um envolvimento sustentável.

É um projeto maravilhoso e a melhor forma que vemos para fortalecer nossos ideias,é trabalhando junto!
Pensando nisso, fizemos um produto para dinamizar nossos núcleos, divulgar nossos trabalhos e contribuir de forma coletiva para que a sustentabilidade aplicada seja cada vez mais propagada.

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Visite o site do Instituto e conheça mais sobre esse trabalho incrível.


 

 

Natureza em Foco

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Por Mariana Martins

A Coleção Verão 2016 da Mr.Fly marca um momento muito especial da nossa caminhada, onde buscamos pela construção coletiva de conceitos cada vez mais importantes na estética sustentável.

Entre Linhas Básica, Cultura, Geek e Moda, transitamos por pesquisas, conversas e dinâmicas que refletiam não só na sociedade de consumo como na própria necessidade de se consumir.
Tão importante quanto esses aspectos, foi a menção constante ao contraste que a paisagem urbana oferece, com seus respiros, concreto, trânsito, poluição, desigualdade e desenvolvimento.

Inspirados pela falsa noção de avanço, acabamos por sempre questionar o desenvolver: até quando o progresso tecnológico vai brincar de se desassociar da conscientização ambiental?

E toda essa vontade de entender o que estamos fazendo com o nosso futuro, originou e refletiu a Linha Sustentável, onde o grid aparece como representação do digital, e a fauna, como apelo ao analógico – onde o mesmo se aproxima de toda a natureza e recursos que ano após ano, se tornam obsoletos e são negligenciados aos olhos da demanda tecnológica.

Já que estamos falando da dualidade entre pontos tão opostos e da necessidade de torna-los complementares, surgiu a vontade de fazer um editorial diferente de tudo o que já fizemos até aqui.
A Linha Sustentável é a materialização do que gostaríamos de ver nas vitrines: representatividade, valorização da fauna e flora locais e dinamização positiva entre o moderno e o natural.

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Beleza: Aléxia Simões
Modelos: Grazi Macário, Claúdio Jr.Ponciano e Igor Pires.

Para maiores informações sobre as peças, acesse o nosso site.


 

Sustentabilidade Social

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Por Mariana Martins

 

A Mr.Fly sempre fala do valor ecológico do trabalho da marca.
Retiramos garrafas PET do meio ambiente- na verdade, durante o tempo que estamos no mercado de trabalho, já foram mais ou menos 350 mil garrafas retiradas.

Isso é um número crescente, e esse crescimento contínuo só nos orgulha.
Principalmente, porque uma garrafa plástica, demora mais de cem anos para concluir seu processo de decomposição.
E de certa forma, isso assusta…assusta porque nenhum de nós viverá para ver uma garrafa completamente decomposta.

Mas tão importante quanto as necessidades e demandas que se relacionam diretamente com o meio ambiente e a ecologia, é a demanda social.

COLETA SELETIVA

 

Tão importante quanto ser uma equipe que se preocupa com ecologia é ser uma empresa que conta com diferentes pessoas no processo de produção.
O nosso trabalho depende do trabalho suado de pessoas invisíveis na paisagem urbana.
Estamos falando dos coletores de materiais recicláveis.
Estamos falando desses guerreiros do asfalto.

Já pararam para pensar em como ficariam nossas ruas, ou o nosso lixo porcamente descartado, se não fossem essas pessoas?

Pessoas que vivem de maneira excludente.
Que contornam toda adversidade da vida no centro urbano e persistem em sua dignidade.
Trabalham duro e não param.

Valorizamos a relação com cada coletor e agradecemos ao serviço prestado.
Entendemos que as políticas públicas e a falta de conscientização das pessoas, acaba fomentando uma sociedade constantemente despreparada.
Jogamos fora o despreparo e buscamos construir, juntos, uma forma de fazer com que o bem se espalhe.
Até porque antes de chegar na floresta, tem muita periferia abandonada.
O bom uso do espaço e a sustentabilidade se aplicam em qualquer cenário, pois sabemos que no fundo, é tudo uma coisa só.

Faça a sua parte!
Pense fora do todo e respeite o que pode ser trabalho para outra pessoa.
Somos responsáveis por tudo aquilo que nos tangencia.


 

Inspiração Minimalista


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Por Mariana Martins

Passada a correria de fim de ano, festividades, viagens e a produção da Coleção Verão Mr.Fly 2016,
resolvemos apresentar todas as novidades de maneira mais detalhada.

O nosso maior objetivo era seguir com a sustentabilidade, mas de uma forma mais acessível e maleável,
buscando dinamizar o diálogo com o nosso público.
Acreditamos que o objeto de consumo da Mr.Fly esteja muito longe de ser um objeto.
O nosso compromisso é com a ideologia sustentável, mas se pudermos oferecer produtos que carreguem essa mensagem e um valor estético consciente e inteligente, o faremos.

As nossas camisetas retiram, cada uma, duas garrafas do meio ambiente.
Nessa brincadeira séria, já foram mais de 300 mil.

Muitas dessas garrafas retiradas, serviram para produzir um tipo específico de moda.
A Linha Básica nasceu dessa demanda, de pessoas que buscam por alternativas sustentáveis, conforto, bem estar e leveza, sempre de maneira discreta.
E são múltiplos os gostos, as verdades e os estilos, não é mesmo?

E no meio de todas as demandas e vontades,  juntos com o Filipe Moreira conseguimos materializar nossas ideias.
Assim criamos uma linha de camisas inspiradas na paisagem urbana, onde linhas e formas, padrão e ruído, trânsito e concreto, ganharam espaço em estampas inéditas e irreverentes.

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Para conferir todos os modelos, acesse o nosso site.
Venha conhecer nossos produtos, sua sensibilidade é muito bem vinda no nosso site.

Beleza: Aléxia Simões
Modelos: Leonardo Venâncio e Amanda Ludtke
Fotografia: Mariana Martins


 

Novos Rumos, Ideologia de sempre

Por Mr.Fly Moda


Em tempo de festas e comemorações, nada melhor do que renovarmos as nossas projeções e aspirações em um trabalho especialmente pensado para o nosso público.

Continuamos produzindo camisetas sustentáveis, que, para os que ainda não conhecem, são peças que retiram duas garrafas PET do meio ambiente em sua confecção.
Ajudamos a limpar a natureza, reutilizando elementos descartados de maneira incorreta, movimentamos a economia local ao estreitarmos os laços e diálogo com catadores de papel e ainda, de quebra, trabalhamos com ilustradores super antenados e criativos.

O resultado de toda essa transição colorida, já está disponível no nosso novo site.
Confira as nossas novidades: tem camiseta, caderninho e sacolas retornáveis pra você fazer do seu 2016 um espaço de conscientização e qualidade de vida.

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