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9 CASAS NATURAIS CONSTRUÍDAS POR MULHERES INSPIRADORAS

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Esta coleção de nove casas convergem em um ponto em comum, todas foram construídas por mulheres. Com troncos, palha, junco, argila, cal, adobe (uma mistura de água, terra e areia, normalmente em forma de tijolo), super adobe (a mesma mistura, porém incrementada com palha e outros componentes), terra compactada, cascas de plantas (bétula, por exemplo) e estruturas tradicionais de madeira e argila.

 

Vamos conhecer melhor cada uma dessas mulheres:

1- Paulina Wojciechowska – Polônia

Paulina Wojciechowska é arquiteta e construtora natural, e construiu esta casa na Polônia. É uma construção com estrutura de troncos, palha e parede de terra misturada e compactada com madeira. Mais conhecida por construir com super adobe, utiliza com frequência fardos de palha como fundamento de suas casas. No vídeo à direita, Paulina fala sobre seu trabalho e sua fonte de inspiração como construtora natural.

2- Wendy Howard -Portugal

Wendy Howard vive em Portugal, onde está transformando seu terreno de 2 hectares em um paraíso de permacultura, um sistema de planejamento para a criação de ambientes humanos sustentáveis e produtivos em equilíbrio e harmonia com a natureza, desconectado das redes de alimentação e saneamento comuns. No vídeo, conta sua história e mostra todos os projetos que já reuniu, incluindo a restauração e ampliação de sua casa de pedra com um encantador banheiro feito de uma mistura e compactação de terra; além de muitos outros com fontes de alimentação e saneamento independentes, com direito a moinho d’água para gerar eletricidade, sistema de energia solar para o aquecimento de água e instalações sanitárias de compostagem de minhocas. É possível fazer doações, se caso quiserem colaborar com o projeto de seu inspirador centro educativo.

3- Ileana Mavrodin – Romênia

Esta casa de terra e barro compactados foi construída pela arquiteta e construtora natural Ileana Mavrodin, de Casa Verde, na Romênia, que junto com outros construtores está utilizando materiais naturais de seu país com o objetivo de ajudar o povo local a redescobrir suas habilidades e riquezas locais e o espírito comunitário. Pode-se ver as etapas da construção de sua casa na sua página da Internet, desde os alicerces e fundamentos até a estrutura de troncos do telhado verde. No vídeo, é possível fazer um tour, em inglês, por sua casa.

4- Carole Crews – Novo México – EUA

Esta é a casa de adobe de Carole Crews, também especialista em outras técnicas de construção natural. Os adobes são tijolos de barro(terra + água), areia e palha, secos ao sol antes de serem usados. Carole conta a história de sua casa no vídeo à direita. Escritora do livro “Clay Culture” – em português, cultura de argila- , guia o leitor através dos métodos de construção tradicionais do Novo México, passando pela restauração de casas de barro e receitas para misturar argilas.

5- Heidi Vilkman – Finlândia

Nesta casa de campo na Finlândia, Heidi usou uma grande variedade de técnicas de construção natural, como alicerces feitos de escombros, paredes com estrutura de super adobe revestidas de pedra, camadas impermeáveis de casca de bétula sob as paredes de palha voltados para o norte, terra misturada com madeira para as paredes voltadas para o sul e uma estrutura de telhado também feita de troncos de madeira. O teto se constitui por uma estrutura independente e circular de troncos. O projeto deixa um topo circular no alto dessa estrutura, formando uma claraboia que permite que a luz entre e incida diretamente no coração da casa.

6- Liz Johndrow – Carolina do Norte – EUA

Apresentamos  Liz Johndrow, e sua casa de campo construída com estrutura de madeira, um tipo de argila e reboco de barro. Foi feita por onze mulheres voluntárias, nas proximidades de Ashville, na Carolina do Norte, Estados Unidos. Liz concede cursos em Nicarágua, onde introduz estilos contemporâneos de construção natural.

7- Sigi Koko – Oeste Virgínia – EUA

Seria complicado encontrar outra casa de campo com melhores referências sustentáveis que esta casa de fardos de palha no oeste da Virgínia, nos Estados Unidos, construída por Sigi Koko, arquiteta e construtora natural. Com fundamentos feitos de escombros, paredes de palha rebocadas de barro no interior e de cal no exterior. Toda a madeira foi cultivada a nível local ou reciclada, como a madeira das janelas.

 8- Elke Cole- Tanzânia

Elke Cole começou sua aventura de construção natural com uma mistura de argila, areia e palha na ilha de Vancouver, no Canadá. Mais para frente, passou 10 anos em O.U.R Ecovillage, construindo com outros materiais naturais, como fardos de palha e argila. Sua casa é uma construção de mistura de terras com um teto abobadado de adobe, que construiu com as pessoas do local enquanto ministrava seus cursos. Esta casa de campo (foto) se encontra nos pés das montanhas Irangi, no bosque Miombo na Tanzânia.

9- Poula-Line – Dinamarca

Poula-Line construiu sua casa com estrutura de troncos, fardos de palha e reboco de barro na aldeia ecológica Fri&Fro – Livre e Feliz- em Egebjer, na Dinamarca, inspirada em uma concha de caracol que encontrou em uma praia da Malásia. Enquanto isso, vivia em uma cabana de palha que se chamava “a Casa Pitufo”. A casa principal conta com 75 metros quadrados de superfície no primeiro andar e duas pequena habitações nos pisos em espiral.

 

Entenda os três pilares da sustentabilidade

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É comum surgir, de tempos em tempos, novos paradigmas no mundo corporativo que acabam alterando significativamente a maneira como as empresas se posicionam perante seus públicos e a sociedade em geral.

Houve épocas em que a relação produção versus tempo era o atributo de destaque entre os concorrentes. Surgiu, posteriormente, a necessidade de humanização das marcas, dando uma maior importância à imagem e à relação com seus consumidores.

 

De alguns anos para cá, parece que a menina dos olhos das empresas tem sido a tal da sustentabilidade. E, desde então, observa-se o esforço incansável das organizações na promoção de ações e divulgação dessa poderosa palavra em anúncios, logomarcas, propagandas e embalagens de todos os produtos possíveis.

 

Mas, afinal, o que é sustentabilidade? Você também já se viu com essa dúvida? Então confira nosso post e entenda exatamente do que se trata esse tão difundido conceito:

A confusão de conceitos

Durante muito tempo se acreditou, erroneamente, que a sustentabilidade estaria diretamente relacionada ao meio ambiente. Seguindo esse princípio, as empresas começaram a fomentar projetos de preservação da flora e da fauna, de reflorestamento, de proteção a espécies ameaçadas de extinção, dentre outras ações pontuais que, por mais que sejam válidas, não representam, em si, o conceito mais amplo do desenvolvimento sustentável.

Os três pilares

Atualmente, essa ideia é dividida em três principais pilares: social, econômico e ambiental. Para se desenvolver de forma sustentável, uma empresa deve atuar de forma que esses três pilares coexistam e interajam entre si de forma plenamente harmoniosa.

 

Vamos então entender um pouco mais de cada um desses pilares?

Social

Trata-se de todo capital humano que está, direta ou indiretamente, relacionado às atividades desenvolvidas por uma empresa. Isso inclui, além de seus funcionários, seu público-alvo, seus fornecedores, a comunidade a seu entorno e a sociedade em geral.

 

Desenvolver ações socialmente sustentáveis vai muito além de, por exemplo, dar férias e benefícios aos funcionários. Deve-se proporcionar um ambiente que estimule a criação de relações de trabalho legítimas e saudáveis, além de favorecer o desenvolvimento pessoal e coletivo dos direta ou indiretamente envolvidos.

Econômico

Para que uma empresa seja economicamente sustentável, ela deve ser capaz de produzir, distribuir e oferecer seus produtos ou serviços de forma que estabeleça uma relação de competitividade justa em relação aos demais concorrentes do mercado.

 

Além disso, seu desenvolvimento econômico não deve existir às custas de um desequilíbrio nos ecossistemas a seu redor. Se uma empresa lucra explorando as más condições de trabalho dos funcionários ou a degradação do meio ambiente da área à sua volta, por exemplo, ela definitivamente não está tendo um desenvolvimento econômico sustentável, já que não existe harmonia nas relações estabelecidas.

Ambiental

Por fim, o desenvolvimento sustentável ambientalmente correto se refere a todas as condutas que possuam, direta ou indiretamente, algum impacto no meio ambiente, seja a curto, médio ou longo prazos.

 

É comum vermos empresas adotando medidas mitigatórias, como, por exemplo, promover ações de plantio de árvores após a emissão de gases poluidores, como se uma coisa compensasse a outra.

 

O desenvolvimento sustentável busca, em primeiro lugar, minimizar ao máximo os impactos ambientaiscausados pela produção industrial. Caso não seja esse o objetivo, provavelmente  estaremos falando muito mais de estratégias de marketing do que de sustentabilidade de fato.

A parte do todo

Vale ressaltar, mais uma vez, que a sustentabilidade precisa de planejamento, acompanhamento e avaliação de resultados, pois seus três pilares devem estar alinhados com os objetivos da empresa, não podendo ser definidos com base em ações pontuais ou simplesmente compensatórias.

 

O desenvolvimento sustentável é um caminho trilhado diariamente, com respeito mútuo e consciência de que todas as empresas, comunidades, pessoas e demais seres são partes integrantes de um único ecossistema. Assim, para que haja equilíbrio, é necessário que cada parte leve em consideração o todo, entendendo que é só uma pequena parte de um universo infinitamente maior, mas que pode ser afetado por suas ações.

 

E então, agora que você reviu seu conceito e descobriu a verdade por trás das poderosas campanhas tidas como sustentáveis, comente aqui e nos conte se você conhece alguma empresa que promova ações verdadeiramente sustentáveis.
E a empresa onde você trabalha, é adepta dessa filosofia? Compartilhe suas opiniões e experiências conosco!

 

SHAMPOO CASEIRO PARA SEU BICHINHO

Quem tem um amiguinho de quatro patas em casa, cachorro ou gato, sabe que a hora do banho é um momento superimportante, tanto para a saúde quanto para a higiene dos nossos animais de estimação. Pensando nisso, o Lar Natural apresenta uma receita de shampoo caseiro para animais que, além de deixar o seu bichinho com um cheiro delicioso, ajuda a eliminar as pulgas.

Pelo menos a cada 2 semanas, os nossos amiguinhos devem tomar um bom banho e para isso o mercado oferece milhares de opções de shampoos, condicionadores, perfumes – enfim, vários produtos de beleza criados para os nossos animais.

Foto: Google

Porém, sabemos que muitos contêm diversos tipos de químicas que podem causar alergias e irritações em nossos bichinhos.

 

Então a gente resolvou procurar um forma de fazer nosso próprio shampoo pro seu amiguinho peludo!
Veja a receita natural que fácil!

Ingredientes

  • 1 xícara de sabonete líquido neutro
  • 1 xícara de vinagre de maçã – clique aqui 
  • 2 xícaras de infusão de camomila – clique aqui 
  • ¼ de xícara de glicerina
  • 6 gotas de óleo essencial de lavanda – clique aqui 
  • 1 recipiente com tampa para guardar o shampoo

Modo de preparo

No recipiente com tampa, adicione o sabonete neutro, a infusão de camomila, o vinagre de maçã, os óleos e a glicerina. Feche e agite bem até que todos os ingredientes estejam misturados. Por fim, é só dar um belo banho no seu bichinho de estimação. Uma dica importante é agitar o frasco sempre que for usar o shampoo.

Foto: eHow

A finalidade de cada ingrediente

O sabonete líquido, além de não ser tóxico para o seu bichinho, elimina toda a sujeira e deixa a pele e o pelo do seu animalzinho limpos.

O vinagre de maçã é excelente para eliminar as pulgas.

O óleo essencial de lavanda deixa o pelo do seu bichinho macio e brilhante.

A glicerina serve para dar liga ao shampoo.
Feche e agite muito bem para que todos os ingredientes fiquem misturados.

E o xampu está pronto e você já pode dar ao seu animal de estimação um banho gostoso e natural.

Ah, sempre que for usar o produto, agite-o bem.

DICAS PRÁTICAS PARA REUTILIUZAR CAIXAS DE EMBALAGEM

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Aprenda maneiras úteis de reutilizar caixas  no dia a dia

Caixas  de embalagens são consumidas em grande quantidade no mundo e no Brasil. Essas embalagens podem ser recicladas, desse modo, além de diminuir o desperdício de matéria prima, há a redução do gasto com recursos naturais, como água e energia utilizados no processo de reciclagem.

Mas antes de destinar sua caixinha, você pode prolongar a vida útil do item por mais algum tempo.

Confira algumas dicas uteis de como reutilizar a caixinha nossa de cada dia.

1. Formas para gelo gigantes

Limpe bem a embalagem, encha-a com água e ponha-a no refrigerador. Esses cubos de gelo gigantes são ótimos para serem utilizados em coolers para viagens, pique-niques, festas, etc.
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2. Armazenagem para líquidos congelados

Limpe bem a embalagem e armazene nela o líquido. Congele o recipiente. Quando retirar a embalagem congelada, não é necessário descongelar o recipiente inteiro, basta cortar a quantidade necessária e, em seguida, retire o papelão em volta do líquido para descongelá-lo. É ótimo para sopas, sobremesas congeladas ou creme de chantilly.

3. Contêineres de tinta

Corte o topo da caixa e use-a para guardar pequenas quantidades de tinta. Muito útil para retoques na pintura da casa.

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4. Vasos

Com um pouco de trabalho é possível fazer vasos modernos a partir de caixas de leite por se tratar de um material impermeável. Confira o vídeo – o resultado é bem legal.

5. Porta-trecos

Corte o topo da embalagem, limpe-a, cubra-a com uma embalagem de presente, papel contact ou outro papel decorativo e use-a para guardar canetas, botões, nozes e outros objetos.

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6. Absorver a gordura dos alimentos

Abra a embalagem na parte lateral. Ela pode ser usada para absorver a gordura de alimentos fritos. O papel absorve o óleo enquanto o lado encerado evita que o mesmo vaze (a caixa de leite é composta por diversos materiais).

7. Pesos para porta

Embalagens com tampa são ótimas como pesos de porta, basta adicionar areia.

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8. Coletor de lixo

Retire o topo da embalagem e utilize como lixo. Para evitar insetos ou odores, basta selar a parte superior da embalagem.

 

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9. Plantadores

Corte o topo da embalagem até a altura desejada e, em seguida, adicione terra e plante sua semente. Quando crescer o suficiente, replante-a em outro recipiente. Pode ser enfeitada com algum tecido como linho, por exemplo.

Vasos feitos de caixas de leite

10. Protetores de chão

Quando for mover cadeiras, mesas ou sofás, simplesmente utilize caixas de leite cortadas em volta dos “pés” do objeto, evitando assim arranhões e desgastes no chão.

11. Alimentador para pássaros

Corte um retângulo no meio da caixa de forma para deixar um espaço no fundo para guardar a comida.

12. Artesanato

Caixas de leite podem se tornar brinquedos, bolsas e outros objetos.

Brinquedos feitos de caixas de leite

FAÇA VOCÊ MESMO SEU INCENSO NATURAL!

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Ervas e flores têm propriedades positivas podendo trazer calma, alegria e um aroma refrescante para a casa. Aprenda a fazer o seu próprio incenso!

 

Quer melhorar as energias do lar para que o ano realmente flua e as intenções positivas possam reinar em sua casa? As ervas podem ser grandes aliadas. A prática de queimar ervas sagradas em rituais é algo praticado por muitas culturas em todo o mundo. As ervas e as flores possuem diferentes propriedades positivas, assim você pode escolher de acordo com as suas necessidades. Se preferir não queimar, as ervas também servem como sachês, liberando aromas agradáveis.
Veja a seguir como fazer um incenso natural:Você vai precisar de:

Tomilho (relaxante e edificante)

Orégano (a palavra vem dos termos gregos “oros” e “ganos”, que significam “montanha” e “alegria”, respectivamente)

Rosa (tranquilidade, calma)

Alecrim (fragrância refrescante, clareza, aumenta a vigilância)

Lavanda (calmante, relaxante)

Algodão natural ou corda de canhamo

Tesoura

Como fazer:

1. Junte as ervas escolhidas como se fosse um arranjo de flores. Depois, enrole-as com a corda natural e deixe bem firme – é importante apertar bastante porque elas encolhem um pouco depois de secas.

2. Deixe-as em um ambiente quente e seco até que tenham desidratado o suficiente para queimar.

3. Quando estiver pronto, acenda uma das extremidades com um fósforo ou isqueiro como se fosse um incenso. Deixe-o em uma área bem ventilada e afastado de objetos inflamáveis, como cortinas e roupas.

Dica: Cada indivíduo tem diferentes sensibilidades e alergias a plantas, ervas e flores. Consulte seu médico antes de usar produtos à base de plantas, especialmente se estiver grávida, amamentando ou usando qualquer medicação.

De olho no consumo: como poupar recursos naturais dentro de casa e ainda economizar

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Já parou para pensar na quantidade de água e energia que você consome todos os dias? Na hora do banho, de usar o aspirador ou mesmo no momento de lavar a louça, é muito importante poupar recursos naturais – e ainda dá para economizar dinheiro fazendo isso.

Nas últimas décadas o consumo de água cresceu duas vezes mais do que a população e a estimativa é que a demanda cresça 55% até 2050. Se continuarmos esbanjando, em 2030 o mundo enfrentará um déficit no abastecimento de água de 40%¹. Ou seja, precisamos economizar mesmo!

O mesmo vale para o consumo de energia. Estima-se que daqui a trinta anos a população passe de sete para mais de nove bilhões de pessoas. Serão necessários quase três planetas Terra para manter o atual estilo de vida da humanidade². Não queremos que isso aconteça, certo? Por isso, para economizar água, energia e dinheiro, separamos dicas eficientes e que você pode adotar agora mesmo.

 

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1. Não lave mais louça
Não estamos dizendo que você precisa deixar a louça suja na pia para sempre, mas se possível, comprar uma lava-louças é a melhor opção. Sabia que para cada copo que sujamos, são necessários mais dois copos de água limpa para lavá-lo? Em quinze minutos de torneira aberta na pia gastam-se em média 90 litros de água3. Na lava-louças, a economia pode chegar a 27 mil litros em um ano, o que vale a 55 caixas d’água de 500 litros! ⁴

 

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2. Peneirando o chuveiro
Uma opção barata e fácil, os arejadores, também chamados de “peneirinhas”, misturam ar à água dando a sensação de maior volume. A eficiência é a mesma, mas os respingos que levam ao desperdício serão menores. E ele pode ser implantado na pia também. A peça custa cerca de R$ 605 e você nem precisa chamar o encanador – basta rosquear os arejadores nos bicos das torneiras e chuveiros e pronto. Fácil!

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3. Sem desperdício
Já pensou em reutilizar a água da pia do banheiro na descarga? A pia fica acoplada ao vaso sanitário, e toda a água utilizada nela é direcionada à descarga. Isso proporciona uma economia de até 70% da água usada no banheiro.6

 

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4. “Lavar roupa todo dia”. Só que não
Uma lavadora de cinco quilos consome 135 litros de água a cada uso7. Acumule roupas da semana para lavar de uma só vez E, se for possível, reuse aquela blusinha de segunda, que continua limpa, na sexta. Lavar roupas sem necessidade é bobagem!

 

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5. Em modo “stand by”
Você sabia que os aparelhos domésticos ficam em stand by e gastam energia mesmo nessa função? Não adianta só desligar os aparelhos no comando, é preciso tirá-los da tomada também. Isso pode acontecer com TVs, computadores, carregadores de celular, equipamento de canal a cabo e etc.

 

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6. Na dança do balde
Enquanto você está encolhido no canto do box esperando a água do chuveiro esquentar, prepare um balde para receber a água fria. Você pode reutilizá-la para lavar as roupas, o quintal, o carro etc. No final do dia, você poupou mais de 8 litros de água!8 Você também pode captar água enquanto toma banho. É só colocar uma bacia sob os seus pés.

 

Morador usa piscina de vinil para armazenar e reutilizar água da chuva

7. Aproveitando a piscina ao máximo
Você pode reutilizar a água da piscina de montar para regar os jardins quando não for mais usá-la! Verifique se o nível de cloro não está alto para as plantas, pois isso pode matá-las. Você provavelmente não vai utilizar toda a água de uma piscina de 10 litros, por exemplo, então dividi um pouquinho com o seu vizinho não terá problema nenhum e fará com que todos saiam felizes: você, seu bolso, a água e as plantinhas.

A dimensão social da sustentabilidade

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É possível notar que o uso da palavra “sustentabilidade” em projetos – de qualquer natureza – tem perdido credibilidade e significado nos último anos, tanto pela grande abrangência de sua definição quanto pela superficialidade de sua aplicação. No entanto, projetos arquitetônicos e urbanos sustentáveis são sim necessários e vão além do uso de produtos certificados ou energia renovável. Eles devem tocar igualmente os três pilares que definem o conceito de sustentabilidade: o ambiental, o econômico e o social. Dentre eles, o último é o menos visado, talvez pela dificuldade da aplicação de métricas, talvez pelo resultado vir a longo prazo, mas sua importância é fundamental para a obtenção de um projeto verdadeiramente sustentável.

Sustentabilidade como ferramenta de marketing: o “greenwashing”

Foi na Conferência de Estocolmo, organizada pela ONU em 1972, que iniciou-se a discussão da degradação ambiental como problema global, reconhecendo a necessária busca por um desenvolvimento econômico mais equilibrado, que respeitasse os recursos naturais do planeta. Mais tarde, o conceito de desenvolvimento sustentável foi formalizado a partir do Relatório Brundtland, em 1987, com a definição clássica de desenvolvimento sustentável como “o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações”.

Bonito - MS.. Image © Lis Cavalcante

 

Em 1992, um novo encontro mundial aconteceu no Rio de Janeiro, a ECO-92, cujo principal documento produzido foi a Agenda 21, que estabeleceu a importância de cada país a se comprometer com a um novo padrão de desenvolvimento, refletindo sobre os problemas socioambientais. A partir daí, inúmeras iniciativas foram sendo criadas nas últimas décadas, além de diversas conferências, certificações, produtos, tecnologias, etc.

No entanto, é necessário tomar cuidado com produtos e ações “verdes” que se dizem responsáveis ambientalmente, mas que no fundo não passam de ferramentas de marketing para alavancar vendas ou justificar práticas irresponsáveis. Greenwashing, portanto, é o termo em inglês que descreve o ato de induzir consumidores a acreditarem nas práticas ambientais de uma empresa ou nos benefícios ambientais de um produto ou serviço de forma errônea.

Um exemplo clássico foi o caso da empresa Mobil Chemical, que lançou sacolas “biodegradáveis” que na verdade se comportavam como sacolas comuns, não sendo decompostas se jogadas em aterros sanitários, somente quando deixadas no sol, e ainda assim eram apenas reduzidas a pedaços menores de plástico. O próprio porta-voz da empresa admitiu que a tal biodegradabilidade era nada mais que uma ferramenta de marketing para vender mais sacolas.

No ramo da construção civil não é diferente: quantos empreendimentos imobiliários vendidos como “verdes” estão inseridos em APPs (Áreas de Preservação Ambiental), impactando os recursos naturais circundantes? E quantos pouco levam em consideração os condicionantes sociais?

 

A dimensão social da sustentabilidade, Usuário Flickr Alan Levine, licença Attribution 2.0 Generic (CC BY 2.0)

O fator humano da sustentabilidade

Como dito anteriormente, “sustentabilidade” é definida por três dimensões: a ambiental, a econômica e a social e, para ser “verdadeiramente” sustentável, é necessário olhar para os três aspectos. Na literatura especializada, são inúmeros os estudos centrados na dimensão ambiental, buscando soluções para reduzir o impacto ambiental das mais diversas atividades, assim como a dimensão econômica, com estudos extensos sobre tecnologias e estratégias para redução de custos com energia ou e/ou operações.

No entanto, a dimensão social é uma das menos exploradas, é a mais difícil de medir e está geralmente atrelada às dimensões econômicas e ambientais – a sociedade como uma ameaça aos recursos naturais ou o ser humano como objeto do aumento da produtividade para redução de custos.

Autores como Magis e Shinn (2008) afirmam que a sociedade deve ser sustentada por direito próprio e, por isso, a sustentabilidade social tem papel fundamental na sustentabilidade como um todo, uma vez que são os seres humanos, individual ou coletivamente, que irão determinar níveis de bem-estar econômico ou ambiental. Para Larsen (2008), sustentabilidade deve pensar primeiro nas pessoas, como elas fazem suas escolhas e suas respectivas consequências.

Esses autores também apontam que há quatro condições principais que apoiam o bem-estar social e, consequentemente, a sustentabilidade social. Essas condições possibilitam a criação de movimentos que equilibram interesses múltiplos e diversos, guiam políticas e encorajam a resiliência:

  • o bem-estar humano (suprimento das necessidades básicas e segurança),
  • a igualdade (garantia de um compartilhamento igualitário dos benefícios e custos da sociedade)
  • governo democrático (governança orientada à população) e
  • sociedade civil democrática (empoderamento da população para participar do processo democrático).

O caminho a partir da interdisciplinaridade

Dessa forma, o papel da interdisciplinaridade torna-se ainda maior quando abraçamos a dimensão social da sustentabilidade, uma vez que o bem-estar humano depende de condições culturais, econômicas, sociais, ambientais e políticas. É necessário criar políticas urbanas que promovam a interação social e a participação pública na tomada de decisões, tornando comunidades entes vivos, coesos e integrados; encorajar a colaboração entre os diversos atores para a resolução de problemas; oferecer acesso aos serviços básicos, ao espaço público de qualidade, ao emprego, saúde, etc.

Portanto, sustentabilidade não se reduz apenas a uma tecnologia “verde” ou a utilização de materiais reciclados numa praça. É criar a oportunidade para as pessoas prosperarem, aumentando sua integração social, participação e qualidade de vida. Ir além dos relatórios de responsabilidade social empresariais e repensar questões éticas centrais de suas operações. A dimensão social da sustentabilidade não tem a ver com a capacidade do ser humano ser mais produtivo trabalhando num edifício certificado, mas aumentar seu engajamento cívico e sua responsabilidade sobre o consumo, suas escolhas e até mesmo suas atitudes.

A sustentabilidade e a gestão de riscos

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A nova versão da ISO9001 e 14001 pode ser uma grande mudança comportamental das organizações frente as questões principalmente ambientais, no que diz respeito aos riscos do negócio

 

Vivemos em uma sociedade de risco e, assim sendo, cabe a nós gerenciarmos esses riscos, sejam eles de aumento de custos, perda de mercado, penalizações ou multas, por exemplo.

O que muda, portanto, é nossa forma perante o risco. Ou seja, é fazer do risco uma oportunidade para crescer, transformar a ineficiência em ecoeficiência, a perda de mercado com aumento do mercado, e isso é função da sustentabilidade corporativa.

Segundo Ricardo Yong do Instituto Ethos, sustentabilidade corporativa cria valor para a organização, através do aproveitamento das oportunidades e do gerenciamento dos riscos, sempre com vistas ao tripé social, econômico e ambiental.

Se pensarmos na evolução da gestão ambiental, vamos desde a negação, onde o meio ambiente não é importante, o que importa é produzir, passando pela fuga, onde a poluição é um fato da vida e os clientes pagam os custos, a ambivalência, onde se acredita que o meio ambiente é importante, mas não cabe a nós a solução do problema, até chegarmos ao comprometimento, onde todos devem se esforçar para melhorar o meio ambiente e a pro atividade onde devemos fazer o que tiver de ser feito.

 

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Mas para chegar à fase do comprometimento e a pro atividade, tivemos que passar por algumas fases de “pressão regulatória” e necessidade do cumprimento legal, principalmente com a criação da lei de crimes ambientais, instituída pela Lei n. 9605, em 1998.

Sustentabilidade hoje é oportunidade, mais do que solucionar problemas ou cumprir leis, sustentabilidade é para inovar e obter lucros.

Ainda de acordo com Yong, as empresas ditas sustentáveis possuem quatro pontos em comum: todas possuem um líder que acredita no conceito e enxergam o tema sob a ótica da oportunidade e não do risco, inseriram os valores sustentáveis nas estratégias de negócio, e educam para inovar.

E essa tal de sustentabilidade nada mais é do que implantar os conceitos da gestão integrada ao meio ambiente, qualidade, saúde e segurança no trabalho e responsabilidade social ao negócio.

Se pensarmos hoje em indicadores de sustentabilidade, teremos:

AMBIENTAIS

Emissões: locais e globais

Geração de Efluentes e de Resíduos

Uso de recursos naturais

Riscos ambientais

SOCIAIS (perceptividade)

Qualidade de vida: acesso a bens, saúde e conforto

Empregabilidade e características da ocupação e renda

Receptividade de ações

ECONÔMICOS

Custos e preços

Riscos de mercado

Consumo de matérias primas e demais insumos energéticos ou não energéticos

Legislação

Todos os indicadores são trabalhados dentro de uma gestão que envolve a análise de riscos não só ambientais, mas de saúde e segurança e que podem impactar de forma drástica nos fatores econômicos de uma organização.

 

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Em 2015 foi publicada a nova versão das normas NBR ISO14001 e NBR ISO9001, e com essa nova versão, as organizações não só passam a gerenciar o risco em todas as fases de implantação das normas, mas reconhecem que as questões ambientais e de qualidade fazem parte do negócio, sendo traçados já em seu planejamento estratégico.

A nova versão da ISO9001 e 14001 pode ser uma grande mudança comportamental das organizações frente as questões principalmente ambientais, no que diz respeito aos riscos do negócio. Se observamos os grandes acidentes da história, como em Chernobil, Minamata, Bhopal, Goiânia, Cubatão e o mais recente triste acidente em Mariana, podemos dizer que houve sim uma falha de análise de riscos ambientais ao negócio, que talvez poderiam ser evitados com uma sustentabilidade corporativa.

 

 

 

TRANSFORME CÁPSULAS DE CAFÉ USADAS EM LUMINÁRIA FIO DE LUZ

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Num não tão distante Dia das Mães, demos de presente para minha Tia uma cafeteira Dolce Gusto .
Além de arregar constantemente chococinos deliciosos na mesa de café ela despacha também um copinho de plástico maciço que fica sem lugar pra ir se não para o lixo.
As cápsulas não podem ser reciclados facilmente porque eles são muitas vezes feitas de uma mistura de plástico e alumínio.

A complexidade da embalagem – muitas vezes uma mistura de diferentes materiais – combinado com a borra de resíduos orgânicos de café moído não utilizado sentado na parte inferior do pod os torna difíceis de processar em fábricas de reciclagem municipais padrão.

Enquanto não conseguimos solucionar as questões acerca da reciclagem e o descarte das cápsulas de café, nossa saída será diminuir a quantidade dessas a ir para os depósitos de lixo.
E como a gente não precisa de desculpa pra fazer arte, a gente vai fazer aqui um passo a passo pra transformar essas nova mini vilãzinhas  em algo bonito e decorativo para sua casa!

O resultado da empreitada foi um fio de luz fácil demais de fazer e bem econômico só comi coisas que já se tem em casa: tintas que já você já tenha comprado pra outros projetos, pisca-pisca que tava guardado há tempos e as próprias cápsulas, que, vendo o vídeo vocês vão ver, parece que nasceram pra fazer companhia às luzinhas.

25 filmes filmes que empoderam as mulheres!

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Por exemplo, cineastas feministas não estão apenas preocupadas com o conteúdo, mas elas também desafiam a noção de heteronormatividade, fecho narrativo, edição, fetichização, objetificação, modos de prazer, temporalidade e espacialidade.

Em experiências com a forma e o conteúdo de um filme, os cineastas feministas estão incorporando perspectivas femininas no mundo do cinema diegético e ao mesmo tempo, desafiando o filme patriarcal. Não é apenas sobre a criação de diferença de gênero, mas é sobre a construção de uma linguagem cinematográfica que pode dar prazer (e desgosto) para uma variedade de espectadores.

Este artigo não se destina a criar uma lista definitiva de filmes que você precisa ver. É uma tentativa de criar uma discussão sobre os filmes que foram elogiados por criar novas perspectivas e novas representações de mulheres no filme. É um ponto de partida a partir do qual pode-se explorar novas vozes femininas.


25. Frozen (Dir. Jennifer Lee, 2013)

A destemida e otimista Anna sai em uma jornada épica, ao lado de Kristoff e sua leal rena Sven, para encontrar sua irmã Elsa, cujos poderes congelantes aprisionaram o reino de Arendelle em um inverno eterno. Encontrando condições de Everest, trolls místicos e um hilário boneco de neve chamado Olaf, Anna e Kristoff enfrentam obstáculos em uma corrida para salvar o reino.

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24. Valente (Dir. Brenda Chapman, 2012)

A jovem princesa Merida foi criada pela mãe para ser a sucessora perfeita ao cargo de rainha, seguindo a etiqueta e os costumes do reino. Mas a garota dos cabelos rebeldes não tem a menor vocação para esta vida traçada, preferindo cavalgar pelas planícies selvagens da Escócia e praticar o seu esporte favorito, o tiro ao arco. Quando uma competição é organizada contra a sua vontade, para escolher seu futuro marido, Merida decide recorrer à ajuda de uma bruxa, a quem pede que sua mãe mude. Mas quando o feitiço surte efeito, a transformação da rainha não é exatamente o que Merida imaginava… Agora caberá à jovem ajudar a sua mãe e impedir que o reino entre em guerra com os povos vizinhos.

"BRAVE" (Pictured) MERIDA. ©2012 Disney/Pixar. All Rights Reserved.


23. Frida (Dir. Julie Taymor, 2002)

Frida Kahlo (Salma Hayek) foi um dos principais nomes da história artística do México. Conceituada e aclamada como pintora, ela teve também um casamento aberto com Diego Rivera (Alfred Molina), seu companheiro também nas artes, e ainda um controverso caso com o político Leon Trostky (Geoffrey Rush) e com várias outras mulheres.


22. Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento (Dir. Steven Soderbergh, 2000)

Erin (Julia Roberts) é a mãe de três filhos que trabalha num pequeno escritório de advocacia. Quando descobre que a água de uma cidade no deserto está sendo contaminada e espalhando doenças entre seus habitantes, convence seu chefe a deixá-la investigar o assunto.


21. Tomates Verdes Fritos (Dir. Jon Avnet, 1991)

Evelyn Couch (Kathy Bates) é uma dona de casa emocionalmente reprimida, que habitualmente afoga suas mágoas comendo doces. Ed (Gailard Sartain), o marido dela, quase não nota a existência de Evelyn. Toda semana eles vão visitar uma tia em um hospital, mas a parente nunca permite que Evelyn entre no quarto. Uma semana, enquanto ela espera que Ed termine sua visita, Evelyn conhece Ninny Threadgoode (Jessica Tandy), uma debilitada mas gentil senhora de 83 anos, que ama contar histórias. Através das semanas ela faz relatos que estão centrados em uma parente, Idgie (Mary Stuart Masterson), que desde criança, em 1920, sempre foi muito amiga do irmão, Buddy (Chris O’Donnell). Assim, quando ele morreu atropelado por um trem (o pé ficou preso no trilho), Idgie não conseguia conversar com ninguém, exceto com a garota de Buddy, Ruth Jamison (Mary-Louise Parker).


20. Uma Mulher Descasada (Dir. Paul Mazursky, 1978)

Trajetória de uma mulher que busca reconciliação com sua identidade e com a sexualidade após ser trocada por outra mulher e ver acabar um casamento de 16 anos.


19. Tudo Pela Vida (Dir. John Sayles, 1992)

Vítima de um acidente, atriz de novela(Mary McDonnel) interrompe sua carreira para recuperar-se em sua cidade natal, na casa dos pais. Torna-se o terror das enfermeiras, até que Chantelle(Alfre Woodard), mulher negra de índole calma, consegue tranquilizá-la. Apesar das diferenças, as duas acabam tornando-se amigas.


18. A Cor Púrpura (Dir. Steven Spielberg, 1985)

Em 1906, em uma pequena cidade da Georgia, sul dos Estados Unidos, a quase adolescente Celie, violentada pelo próprio pai, torna-se mãe de duas crianças. Separada dos filhos, Celie (Whoopi Goldberg, que foi indicada ao Oscar de melhor atriz por este filme em 1985), é doada à Mister (Danny Glover, de Máquina Mortífera), que a trata como companheira e escrava ao mesmo tempo. Cada vez mais calada e solitária, Celie passa a compartilhar sua tristeza em carta. Baseado no livro de Alice Walker, A Cor Púrpura recebeu 11 indicações ao Oscar em 1985 e já é considerado um clássico do cinema. Ao recriar 40 anos de crises emocionais na vida de vários personagens, o diretor Steven Spielberg ( O Império do Sol) fez o filme mais desafiante de sua carreira, capaz de despertar fúria, risos e lágrimas.